Mengão vence Corinthians e é líder
Flamengo consegue triunfo fora de casa, em Campinas, e fica a uma vitória do hexacampeonato
O Flamengo derrotou o Corinthians por 2 a 0, neste domingo, no Brinco de Ouro da Princesa, em Campinas, e, com a combinação de resultados da rodada, está a uma vitória do hexacampeonato brasileiro. Os gols de Zé Roberto e Léo Moura, somados à derrota do São Paulo por 4 a 2 para o Goiás, no Serra Dourada, colocaram o time rubro-negro na ponta a uma rodada do fim da disputa.
Com a necessidade da vitória, e enfrentando um adversário sem mais pretensões na competição, o Flamengo começou partindo pra cima. Logo aos quatro minutos, Álvaro subiu mais do que todos, após um escanteio cobrado da direita, e acertou a trave de Felipe. Sem Adriano, Andrade manteve o jovem Bruno Mezenga na frente e colocou Zé Roberto para flutuar no ataque.
Aos 25 minutos, o atacante Ronaldo, considerado o principal personagem da partida por conta de sua relação turbulenta com a torcida flamenguista, lesionou a coxa direita e teve que ser substituido. Um minuto depois, Toró fez um lançamento perfeito para Zé Roberto, que invadiu a área e abriu o placar para o Rubro-Negro, deixando a maior torcida do Brasil mais perto da liderança.
Na última rodada do Campeonato Brasileiro, o Flamengo recebe o Grêmio, no próximo domingo, no Maracanã, que estará lotado, já que todos os ingressos para a partida já foram vendidos. Caso vença, o time acabará com o jejum de 17 anos sem o título nacional. O Corinthians apenas cumprirá tabela diante do Atlético-MG, no Mineirão.
No finalzinho do primeiro tempo, a linha defensiva do Fla passou por dois grandes sustos. Primeiro com Defederico, que driblou Bruno e sem goleiro chutou para o gol, que só não aconteceu porque Angelim afastou em cima da linha. Na segunda, Chicão cobrou falta perigosa no angulo e Bruno fez uma bela defesa, garantindo que o Rubro-Negro fosse para o vestiário na liderança do Brasileiro, já que o São Paulo perdia para o Goiás, no Serra Dourada.
A segunda etapa começou como a primeira, com os dois times lutando muito. Talvez por ter conseguido abrir o placar no primeiro tempo, o Flamengo voltou do intervalo um pouco mais recuado, dando espaço para o Corinthians, mas sem ser muito ameaçado. Aos 23 minutos, ao mesmo tempo em que o árbitro expulsava o zagueiro do Corinthians Chicão após falta em Fierro, a torcida rubro-negro comemorava o terceiro gol do Goiás no São Paulo.
O Flamengo conseguiu segurar a bola até o final da partida, sem dar chance para o time paulista conseguir a reação. Aos 44 minutos, Léo Moura sofreu pênalti. Ele mesmo cobrou e marcou o segundo do Fla. Antes da cobrança, um torcedor invadiu o gramado, mas acabou detido. Quando o árbitro Evandro Rogério Roman apitou pela última vez no jogo, os torcedores e jogadores rubro-negros puderam comemorar a liderança do Brasileiro.
FICHA TÉCNICA:
CORINTHIANS 0 X 2 FLAMENGO
Estádio: Brinco de Ouro da Princesa, Campinas (SP)
Data/hora: 29/11/2009 - 17h (de Brasília)
Árbitro: Evandro Rogério Roman (Fifa-PR)
Auxiliares: Alessandro Álvaro Rocha de Matos (Fifa-BA) e Altemir Hausmann (Fifa-RS)
Cartões amarelos: Moradei, Souza, Chicão e Elias (COR) Álvaro, Willians, Petkovic e Toró (FLA)
Cartão vermelho: Chicão, 23'/2º T (COR)
GOLS: Zé Roberto, 26'/1°T (1-0) e Léo Moura, 48'/2°T (2-0)
CORINTHIANS: Felipe, Jucilei, Chicão, Paulo André e Escudero (Dodô, 29'/2ºT); Edu (Moradei, 4'/1ºT), Elias, Boquita e Defederico; Jorge Henrique e Ronaldo (Souza, 25'/1ºT). Técnico: Mano Menezes.
FLAMENGO: Bruno, Léo Moura, Álvaro, Ronaldo Angelim e Juan; Aírton, Toró, Willians e Petkovic (Fierro, 20'/2ºT); Zé Roberto e Bruno Mezenga (Denis Marques, 33'/2ºT). Técnico: Andrade.
segunda-feira, 30 de novembro de 2009
quinta-feira, 26 de novembro de 2009
SISTEMA BRIC: ALGUMAS CONSIDERAÇÕES SOBRE A CHINA E A RÚSSIA.
A sigla BRIC representa uma inovação no que tange à questão do desenvolvimento das relações entre países emergentes de altíssimo potencial econômico, industrial e energético com os países de primeiro mundo já altamente suficientes. Para uma vertente respeitável das ciências econômicas, a sigla BRIC tem como síntese a maior participação de países cuja expressão geográfica continental confunde-se com os seus respectivos desenvolvimentos econômico, militar e político. Entretanto, cabe salientar que a Rússia já vive a sua plenitude militar, apesar dos graves problemas sociais; o Brasil, apesar dos já conhecidos problemas na estrutura de poder, praticamente consolidou as suas instituições democráticas na estrutura política; e a Índia e a China, embora tenham obtido avanços nos determinados campos acima citados estão longe do desenvolvimento democrático e apenas respondem pela sua importante influência nos campos militar e econômico, bem como no caráter cultural.
Primeiramente, vou me ater da Rússia e da China nesta primeira parte do artigo BRIC.
A Rússia, primeira citada neste artigo, responde mais fortemente, no que tange à sua influência político-militar, perante os países do bloco desenvolvido devido ao seu passado ligado intrinsecamente à propagação cultural e ideológica da extinta União Soviética. Paralelo a essa afirmativa, temos também o reconhecido poder militar e político da antiga nação líder do socialismo no globo. Porém, em contrapartida, hoje a influência responde muito mais pela sua ainda poderosa indústria bélica e porque não, pelo seu ainda respeitável parque tecnológico bélico, apesar dos graves problemas sociais que o país atravessa. Essa cultura de desenvolvimento do estado em detrimento da sociedade faz parte de uma cultura política que já existe há séculos no país supra mencionado, ou seja, desenvolver a máquina de poder com os recursos econômicos e deixar a distribuição de renda para a sociedade civil em segundo plano. Mas isso, fazendo-se a devida justiça, não é herança apenas do regime czarista, mas também do marxismo-leninismo, ou melhor dizendo, da pseudo-revolução socialista que, embora tenha sanado alguns graves problemas sócio-econômicos deixados pelos czares, ainda sim aceitou a continuidade de um aparelho estatal autoritário e maniqueísta paralelo a um sistema de poder que simplesmente copiou o regime autocrático outrora vencido, principalmente na conjuntura stalinista que nada mais fez do que um capitalismo de estado, encapado pelos “ideais bolcheviques” que antes haviam sido propagados pelos baluartes da revolução, Lênin e Trotski. Ainda sim, voltando para a contemporaneidade, temos que admitir que o fim da URSS representou como conseqüência uma reconhecida e real subserviência ao capital euro-estadunidense, porém com uma ressalva, a de que a poderosa indústria bélica e o programa nuclear russos, ainda impõem respeito aos membros do capitalismo liberal euro-americano.
Quanto à China, vemos um crescente desenvolvimento do aparelho financeiro consubstanciado pela injeção de capitais ocidentais, em particular da Europa e dos Estados Unidos. Não obstante, vemos ainda uma tímida aproximação nipônica apesar do histórico pretérito de animosidades e agressões mútuas. Entretanto, não há nada mais judicioso de que a colaboração entre Japão e China será extremamente sadia não só para as duas potências como também para o continente como um todo, em especial para o grupo de países do sudeste e sul asiático, que necessitam em sua maioria de projetos de desenvolvimento nas extensões política, econômica e social. Vemos em particular que o governo chinês possui, principalmente no âmbito político, posições retrógradas e polêmicas para a atual conjuntura mundial. A política de contenção da natalidade é efetuada de maneira extremamente errada e irresponsável, pois, ao invés de existir um plano de contenção de natalidade eficaz e igualitário (no tocante ao gênero do cidadão), vemos um projeto que visa equivocadamente privilegiar o gênero masculino em detrimento ao feminino, como se a mulher da contemporânea realidade, mesmo na China, não fosse importante na construção do desenvolvimento do país nas suas mais completas estruturas. Ainda sim, mesmo com os atrasos já devidamente citados, a China como potência continental e ideológica terá um papel preponderante e contumaz na diversificação das lideranças políticas e econômicas que se apresentam no globo para os próximos cinqüenta anos.
BY RICARDO GUIMARÃES
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Primeiramente, vou me ater da Rússia e da China nesta primeira parte do artigo BRIC.
A Rússia, primeira citada neste artigo, responde mais fortemente, no que tange à sua influência político-militar, perante os países do bloco desenvolvido devido ao seu passado ligado intrinsecamente à propagação cultural e ideológica da extinta União Soviética. Paralelo a essa afirmativa, temos também o reconhecido poder militar e político da antiga nação líder do socialismo no globo. Porém, em contrapartida, hoje a influência responde muito mais pela sua ainda poderosa indústria bélica e porque não, pelo seu ainda respeitável parque tecnológico bélico, apesar dos graves problemas sociais que o país atravessa. Essa cultura de desenvolvimento do estado em detrimento da sociedade faz parte de uma cultura política que já existe há séculos no país supra mencionado, ou seja, desenvolver a máquina de poder com os recursos econômicos e deixar a distribuição de renda para a sociedade civil em segundo plano. Mas isso, fazendo-se a devida justiça, não é herança apenas do regime czarista, mas também do marxismo-leninismo, ou melhor dizendo, da pseudo-revolução socialista que, embora tenha sanado alguns graves problemas sócio-econômicos deixados pelos czares, ainda sim aceitou a continuidade de um aparelho estatal autoritário e maniqueísta paralelo a um sistema de poder que simplesmente copiou o regime autocrático outrora vencido, principalmente na conjuntura stalinista que nada mais fez do que um capitalismo de estado, encapado pelos “ideais bolcheviques” que antes haviam sido propagados pelos baluartes da revolução, Lênin e Trotski. Ainda sim, voltando para a contemporaneidade, temos que admitir que o fim da URSS representou como conseqüência uma reconhecida e real subserviência ao capital euro-estadunidense, porém com uma ressalva, a de que a poderosa indústria bélica e o programa nuclear russos, ainda impõem respeito aos membros do capitalismo liberal euro-americano.
Quanto à China, vemos um crescente desenvolvimento do aparelho financeiro consubstanciado pela injeção de capitais ocidentais, em particular da Europa e dos Estados Unidos. Não obstante, vemos ainda uma tímida aproximação nipônica apesar do histórico pretérito de animosidades e agressões mútuas. Entretanto, não há nada mais judicioso de que a colaboração entre Japão e China será extremamente sadia não só para as duas potências como também para o continente como um todo, em especial para o grupo de países do sudeste e sul asiático, que necessitam em sua maioria de projetos de desenvolvimento nas extensões política, econômica e social. Vemos em particular que o governo chinês possui, principalmente no âmbito político, posições retrógradas e polêmicas para a atual conjuntura mundial. A política de contenção da natalidade é efetuada de maneira extremamente errada e irresponsável, pois, ao invés de existir um plano de contenção de natalidade eficaz e igualitário (no tocante ao gênero do cidadão), vemos um projeto que visa equivocadamente privilegiar o gênero masculino em detrimento ao feminino, como se a mulher da contemporânea realidade, mesmo na China, não fosse importante na construção do desenvolvimento do país nas suas mais completas estruturas. Ainda sim, mesmo com os atrasos já devidamente citados, a China como potência continental e ideológica terá um papel preponderante e contumaz na diversificação das lideranças políticas e econômicas que se apresentam no globo para os próximos cinqüenta anos.
BY RICARDO GUIMARÃES
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MAGISTÉRIO ESTADUAL: EDITAL PARA 10 MIL VAGAS ATÉ DIA 30!!!
O edital do concurso para o cargo de professor I (do 6º ao 9º ano e ensino médio) da Secretaria de Estado de Educação (Seeduc) deverá ser divulgado até o próximo dia 30. Segundo a Assessoria de Imprensa, serão oferecidas 10 mil vagas, sendo 6 mil para preenchimento em 2010, e as demais em 2011. De acordo com o superintendente de Gestão de Pessoas, Marcus Medina, as oportunidades serão para todos os municípios do Estado do Rio de Janeiro, onde exista carência de profissionais. A maior oferta deverá ser destinada às disciplinas que apresentam déficit, como Física, Matemática, Química, Artes, Sociologia e Filosofia. Haverá oportunidade também para as áreas de Biologia, Ciências, Educação Física, Geografia, História, Língua Portuguesa, Inglês, Espanhol, Administração, Contabilidade, Desenho, Enfermagem, Eletrônica, Informática, Mecânica, Produção Animal e Produção Vegetal. Ainda de acordo com a assessoria, as disciplinas de Ensino Religioso e Francês não serão contempladas, conforme havia sido anunciado. Segundo Marcus Medina, para que as necessidades sejam supridas, a expectativa é convocar os 5.700 primeiros colocados já no início do próximo ano. Os vencimentos iniciais deverão ser de R$607,26, para jornada de trabalho de 16 horas semanais. Com a incorporação da gratificação do Nova Escola, o professor referência um vai acrescentar R$100 ao seu vencimento-base. Já os demais níveis receberão uma incorporação de acordo com a sua referência, com o acréscimo de 12% sobre cada nível. Último concurso - O último concurso da Seeduc foi realizado em 2008, pela Fesp (atual Fundação Ceperj). A seleção visava à formação de cadastro de reserva no cargo de professor I, em diversas disciplinas. Na ocasião, os candidatos realizaram prova objetiva, eliminatória e classificatória, composta por três blocos (domínio da linguagem, conhecimentos pedagógicos e conhecimentos específicos). Garantiram aprovação aqueles que acertaram, no mínimo, 15 das 25 questões de Proficiência Básica; cinco das dez de Conhecimentos Pedagógicos; e 15 das 30 de Conhecimentos Específicos. Os habilitados realizaram, ainda, uma avaliação de títulos. Segundo Marcus Medina, dos 12.312 aprovados, até o momento 2.793 foram convocados. A validade da seleção é de dois anos, podendo ser prorrogada por mais dois.
segunda-feira, 16 de novembro de 2009
FLA VENCE TIMBU E É O NOVO VICE-LIDER DO BRASILEIRÃO!!!
Flamengo vence o Náutico e é o novo vice-líder do Brasileiro
Adriano marca e é artilheiro da competição com 19 gols
A torcida do Flamengo ignorou que a partida era no estádio da equipe adversária e fez uma verdadeira festa neste domingo, às 17h. As embaixadas rubro-negras no nordeste apoiaram a equipe o tempo todo e deixaram os Aflitos comemorando a vitória do seu time de coração por 2 a 0 contra o Náutico, pela 35ª rodada do Campeonato Brasileiro.
Com o resultado, o time da Gávea assumiu a vice-liderança da competição com 60 pontos e alimentou ainda mais o sonho da grande nação em comemorar um título que não acontece há 17 anos. Por outro lado, o Timbu amargura a penúltima posição na tabela e vê o pesadelo de ser rebaixado cada vez mais próximo de se tornar realidade. Os gols da partida foram marcados pelas principais estrelas do Flamengo. Petkovic e Adriano, que voltou a ser artilheiro do Brasileiro com 19 gols marcados, um a mais que Diego Tardelli.
A PARTIDA:
Desesperado com a possibilidade do rebaixamento, o Náutico começou o jogo pressionando o Flamengo. O time da casa dominava a partida, aproveitando enquanto os rubro-negros não se acertavam na marcação pelo lado esquerdo do meio de campo. Porém, quando Angelim, improvisado na lateral no lugar do suspenso Juan, e Toró que entrou na vaga de Maldonado (convocado para seleção do Chile), se acertaram não demorou muito para o Fla abriu o placar. Aos 16 minutos, Adriano recebeu a bola na área, rolou para Léo Moura, que soltou a bomba. No rebote, Petkovic marcou o primeiro dos cariocas na partida.
Após o gol do Fla, o Naútico voltou ao ataque e proporcionou o lance mais polêmico da partida. Aos 26, Cláudio Luiz, impedido, aproveitou rebote do goleiro Bruno e marcou. Porém, o gol foi bem anulado pelo árbitro, que teve de parar a partida por cerca de cinco minutos para fazer uma reunião com seus auxiliares. 20 minutos após o bate-papo dos juízes, Zé Roberto arrancou pela direita e cruzou com perfeição para Adriano marcar o segundo gol do Fla no jogo.
SEGUNDA ETAPA:
O segundo tempo começou com o Flamengo um pouco mais recuado, tentando aproveitar os espaços deixados pela defesa do Náutico, que tentava desesperadamente diminuir o placar. Aos 14 minutos, em um destes contragolpes rubro-negros, Adriano tentou devolver a gentileza de Zé Roberto, que deu o passe para seu gol, dando uma bola açucarada para o meia. Porém, o camisa 26 da Gávea perdeu o gol.
Com a vitória garantida, o Rubro-Negro trocou passes, lutou muito e conseguiu segurar o Naútico até o final da partida, garantindo os três pontos importantissimos para o Flamengo na busca pelo sexto título do Campeonato Brasileiro.
FICHA TÉCNICA:
NÁUTICO 0 X 2 FLAMENGO
Estádio: Aflitos, Pernambuco (PE)
Data/hora: 15/11/09 - 17h (Brasília)
Árbitro: Sandro Meira Ricci (RS)
Auxiliares: Altemir Hausmann(RS/Fifa) e Alessandro Álvaro de Matos (BA/Fifa)
Cartões amarelos: Asprilla, Cláudio Luiz, Nilson e Irênio (NAU) Léo Moura e David(FLA)
Cartões vermelhos: -
GOLS: Petkovic, 16'/1°T (0-1); Adriano, 46'/1°T (0-2)
NÁUTICO: Gledson, Vagner, Asprilla (Juliano, intervalo) e Cláudio Luiz; Patrick, Nilton, Ailton (Anderson Lessa, 15'/2ºT), Michel e Irênio (Tuta, 22'/2ºT); Carlinhos Bala e Bruno Marinho. Técnico: Geninho.
FLAMENGO: Bruno, Léo Moura, Álvaro, David e Ronaldo Angelim; Aírton, Toró, Willians (Lenon, 20'/2ºT) e Petkovic (Bruno Mezenga, 36'/2ºT); Zé Roberto (Welinton, 46'/2ºT) e Adriano. Técnico: Andrade.
Adriano marca e é artilheiro da competição com 19 gols
A torcida do Flamengo ignorou que a partida era no estádio da equipe adversária e fez uma verdadeira festa neste domingo, às 17h. As embaixadas rubro-negras no nordeste apoiaram a equipe o tempo todo e deixaram os Aflitos comemorando a vitória do seu time de coração por 2 a 0 contra o Náutico, pela 35ª rodada do Campeonato Brasileiro.
Com o resultado, o time da Gávea assumiu a vice-liderança da competição com 60 pontos e alimentou ainda mais o sonho da grande nação em comemorar um título que não acontece há 17 anos. Por outro lado, o Timbu amargura a penúltima posição na tabela e vê o pesadelo de ser rebaixado cada vez mais próximo de se tornar realidade. Os gols da partida foram marcados pelas principais estrelas do Flamengo. Petkovic e Adriano, que voltou a ser artilheiro do Brasileiro com 19 gols marcados, um a mais que Diego Tardelli.
A PARTIDA:
Desesperado com a possibilidade do rebaixamento, o Náutico começou o jogo pressionando o Flamengo. O time da casa dominava a partida, aproveitando enquanto os rubro-negros não se acertavam na marcação pelo lado esquerdo do meio de campo. Porém, quando Angelim, improvisado na lateral no lugar do suspenso Juan, e Toró que entrou na vaga de Maldonado (convocado para seleção do Chile), se acertaram não demorou muito para o Fla abriu o placar. Aos 16 minutos, Adriano recebeu a bola na área, rolou para Léo Moura, que soltou a bomba. No rebote, Petkovic marcou o primeiro dos cariocas na partida.
Após o gol do Fla, o Naútico voltou ao ataque e proporcionou o lance mais polêmico da partida. Aos 26, Cláudio Luiz, impedido, aproveitou rebote do goleiro Bruno e marcou. Porém, o gol foi bem anulado pelo árbitro, que teve de parar a partida por cerca de cinco minutos para fazer uma reunião com seus auxiliares. 20 minutos após o bate-papo dos juízes, Zé Roberto arrancou pela direita e cruzou com perfeição para Adriano marcar o segundo gol do Fla no jogo.
SEGUNDA ETAPA:
O segundo tempo começou com o Flamengo um pouco mais recuado, tentando aproveitar os espaços deixados pela defesa do Náutico, que tentava desesperadamente diminuir o placar. Aos 14 minutos, em um destes contragolpes rubro-negros, Adriano tentou devolver a gentileza de Zé Roberto, que deu o passe para seu gol, dando uma bola açucarada para o meia. Porém, o camisa 26 da Gávea perdeu o gol.
Com a vitória garantida, o Rubro-Negro trocou passes, lutou muito e conseguiu segurar o Naútico até o final da partida, garantindo os três pontos importantissimos para o Flamengo na busca pelo sexto título do Campeonato Brasileiro.
FICHA TÉCNICA:
NÁUTICO 0 X 2 FLAMENGO
Estádio: Aflitos, Pernambuco (PE)
Data/hora: 15/11/09 - 17h (Brasília)
Árbitro: Sandro Meira Ricci (RS)
Auxiliares: Altemir Hausmann(RS/Fifa) e Alessandro Álvaro de Matos (BA/Fifa)
Cartões amarelos: Asprilla, Cláudio Luiz, Nilson e Irênio (NAU) Léo Moura e David(FLA)
Cartões vermelhos: -
GOLS: Petkovic, 16'/1°T (0-1); Adriano, 46'/1°T (0-2)
NÁUTICO: Gledson, Vagner, Asprilla (Juliano, intervalo) e Cláudio Luiz; Patrick, Nilton, Ailton (Anderson Lessa, 15'/2ºT), Michel e Irênio (Tuta, 22'/2ºT); Carlinhos Bala e Bruno Marinho. Técnico: Geninho.
FLAMENGO: Bruno, Léo Moura, Álvaro, David e Ronaldo Angelim; Aírton, Toró, Willians (Lenon, 20'/2ºT) e Petkovic (Bruno Mezenga, 36'/2ºT); Zé Roberto (Welinton, 46'/2ºT) e Adriano. Técnico: Andrade.
segunda-feira, 9 de novembro de 2009
FLAMENGO NÃO SENTE PRESSÃO, VENCE GALO NO MINEIRÃO E ENTRA NA BRIGA PELO TÍTULO!
O Flamengo não se intimidou com a torcida do Galo e venceu o Atlético-MG por 3 a 1 em pleno Mineirão.
O Rubro-Negro, após ótima partida, levou os três pontos, que o deixaram ainda mais próximo da liderança do Brasileirão. Já o Galo, com a derrota, se manteve com 56 pontos e perdeu sua terceira posição para o próprio Flamengo, que chegou a 57.
A partida começou muito corrida. O Atlético-MG, empurrado pelos mais de 60 mil torcedores, esteve mais presente no campo de ataque nos primeiros minutos. No entanto, os atleticanos sofreram o primeiro baque aos 10 minutos, na primeira chegada do Flamengo. Em contra-ataque puxado por Pet, Zé Roberto recebeu pela esquerda e bateu forte para boa defesa de Carini, que mandou para escanteio. Na cobrança, o sérvio, mais uma vez mostrou toda sua categoria. O meia surpreendeu o goleiro uruguaio ao mandar direto para o gol, abrindo o placar para o Rubro-Negro.
Logo após o gol, o Galo esboçou uma pressão, mas não conseguiu levar perigo ao gol de Bruno. Diego Tardelli, isolado, voltava para buscar as jogadas e era o mais lúcido do time mineiro. O Flamengo apostava nas jogadas pelo seu lado esquerdo com Zé Roberto e Juan, mas sem sucesso.
O jogo seguiu morno até os 40 minutos, quando o Rubro-Negro marcou o segundo. Maldonado apareceu como elemento surpresa na entrada da área. O chileno recebeu passe de Zé Roberto e bateu rasteiro no contra-pé de Carini. O Galo ainda teve a chance de descontar ainda no primeiro tempo com Correa. Após bobeira de Ronaldo Angelim, Eder Luis cruzou e o volante, livre, bateu por cima do gol de Bruno.
A segunda etapa começou da melhor maneira possível para o Galo. Logo aos cinco minutos o experiente Ricardinho descontou para o time mineiro. Em uma jogada confusa, Thiago Feltri fez o cruzamento, que foi desviado e parou nos pés de Ricardinho. O meia bateu de primeira no canto direito de Bruno, que nada pôde fazer.
Após o gol, o jogo ficou mais aberto e as duas equipes partiram com tudo para buscar os gols. Aos 15, o meia Zé Roberto quase fez um gol de placa no Mineirão. Ele fez grande jogada individual, passou por três adversários e chegou frente a frente com Carini, mas bateu para fora. O Fla seguiu chegando com perigo pelo lado esquerdo com Pet. O gringo também desperdiçou boa chance.
Quando faltavam 15 minutos o Atlético-MG começou a chegar com mais perigo. A entrada de Evandro no meio-de-campo deu mais qualidade no passe, o que permitiu com que o time mineiro fizesse a bola correr mais pelos lados do campo. Com isso, dava espaço para o Rubro-Negro nos contra-ataques.
Sumido durante todo o jogo, o Imperador apareceu para garantir a vitória do Flamengo. Aos 36 minutos, Fierro fez ótima jogada pela direita e cruzou para Adriano testar firme para marcar o terceiro gol do Rubro-Negro. Em seguida, a torcida atleticana já não acreditava mais e começou a deixar o Mineirão. A partir daí, o Flamengo amarrou o jogo não deu mais chances ao Galo.
O Rubro-Negro, após ótima partida, levou os três pontos, que o deixaram ainda mais próximo da liderança do Brasileirão. Já o Galo, com a derrota, se manteve com 56 pontos e perdeu sua terceira posição para o próprio Flamengo, que chegou a 57.
A partida começou muito corrida. O Atlético-MG, empurrado pelos mais de 60 mil torcedores, esteve mais presente no campo de ataque nos primeiros minutos. No entanto, os atleticanos sofreram o primeiro baque aos 10 minutos, na primeira chegada do Flamengo. Em contra-ataque puxado por Pet, Zé Roberto recebeu pela esquerda e bateu forte para boa defesa de Carini, que mandou para escanteio. Na cobrança, o sérvio, mais uma vez mostrou toda sua categoria. O meia surpreendeu o goleiro uruguaio ao mandar direto para o gol, abrindo o placar para o Rubro-Negro.
Logo após o gol, o Galo esboçou uma pressão, mas não conseguiu levar perigo ao gol de Bruno. Diego Tardelli, isolado, voltava para buscar as jogadas e era o mais lúcido do time mineiro. O Flamengo apostava nas jogadas pelo seu lado esquerdo com Zé Roberto e Juan, mas sem sucesso.
O jogo seguiu morno até os 40 minutos, quando o Rubro-Negro marcou o segundo. Maldonado apareceu como elemento surpresa na entrada da área. O chileno recebeu passe de Zé Roberto e bateu rasteiro no contra-pé de Carini. O Galo ainda teve a chance de descontar ainda no primeiro tempo com Correa. Após bobeira de Ronaldo Angelim, Eder Luis cruzou e o volante, livre, bateu por cima do gol de Bruno.
A segunda etapa começou da melhor maneira possível para o Galo. Logo aos cinco minutos o experiente Ricardinho descontou para o time mineiro. Em uma jogada confusa, Thiago Feltri fez o cruzamento, que foi desviado e parou nos pés de Ricardinho. O meia bateu de primeira no canto direito de Bruno, que nada pôde fazer.
Após o gol, o jogo ficou mais aberto e as duas equipes partiram com tudo para buscar os gols. Aos 15, o meia Zé Roberto quase fez um gol de placa no Mineirão. Ele fez grande jogada individual, passou por três adversários e chegou frente a frente com Carini, mas bateu para fora. O Fla seguiu chegando com perigo pelo lado esquerdo com Pet. O gringo também desperdiçou boa chance.
Quando faltavam 15 minutos o Atlético-MG começou a chegar com mais perigo. A entrada de Evandro no meio-de-campo deu mais qualidade no passe, o que permitiu com que o time mineiro fizesse a bola correr mais pelos lados do campo. Com isso, dava espaço para o Rubro-Negro nos contra-ataques.
Sumido durante todo o jogo, o Imperador apareceu para garantir a vitória do Flamengo. Aos 36 minutos, Fierro fez ótima jogada pela direita e cruzou para Adriano testar firme para marcar o terceiro gol do Rubro-Negro. Em seguida, a torcida atleticana já não acreditava mais e começou a deixar o Mineirão. A partir daí, o Flamengo amarrou o jogo não deu mais chances ao Galo.
quarta-feira, 4 de novembro de 2009
AÉCIO INSISTE EM DECISÃO RÁPIDA E DIZ QUE PODE CONCORRER AO SENADO
Mesmo após conversa no final de semana com o presidente do PSDB, senador Sérgio Guerra, o governador de Minas Gerais, Aécio Neves, manteve sua exigência de que o partido defina até dezembro o candidato tucano à sucessão presidencial. Aécio disse que, fora deste prazo, vai concorrer ao Senado.
"Até o final do mês de dezembro contem comigo", disse Aécio a jornalistas nesta terça-feira referindo-se à sucessão do presidente Luiz Inácio Lula da Silva em 2010.
Aécio acredita que uma decisão em março, como deseja o governador de São Paulo, José Serra, outro interessado ao posto de candidato a presidente pela legenda, compromete a articulação de alianças.
"Se o partido optar, e eu respeitarei essa decisão, por alongar um pouco mais esse prazo eu vou voltar-me integralmente para Minas Gerais... A forma de eu poder e até tentar dar ou ajudar a dar aqui, ao lado dos meus companheiros, uma vitória a um outro candidato do PSDB seria mergulhando aqui na nossa campanha, sendo candidato ao Senado", esclareceu.
O mineiro disse que mantém conversas com outros partidos na tentativa de atrair alianças em torno da candidatura tucana ao Palácio do Planalto, citando nominalmente PTB, PP e PDT, aliados de seu governo em Minas e vinculados à gestão Lula no plano federal.
"O que eu percebo é que todas elas aguardam uma definição mais clara no campo das oposições para poderem se posicionar", avaliou, esclarecendo que os contatos com as legendas são informais.
Aécio vem conversando com Serra, mas nenhum deles altera sua posição em relação ao prazo. Durante toda esta semana o governador paulista estará em Istambul, na Turquia, participando da conferência Urban Age, sobre o futuro das cidades.
"Até o final do mês de dezembro contem comigo", disse Aécio a jornalistas nesta terça-feira referindo-se à sucessão do presidente Luiz Inácio Lula da Silva em 2010.
Aécio acredita que uma decisão em março, como deseja o governador de São Paulo, José Serra, outro interessado ao posto de candidato a presidente pela legenda, compromete a articulação de alianças.
"Se o partido optar, e eu respeitarei essa decisão, por alongar um pouco mais esse prazo eu vou voltar-me integralmente para Minas Gerais... A forma de eu poder e até tentar dar ou ajudar a dar aqui, ao lado dos meus companheiros, uma vitória a um outro candidato do PSDB seria mergulhando aqui na nossa campanha, sendo candidato ao Senado", esclareceu.
O mineiro disse que mantém conversas com outros partidos na tentativa de atrair alianças em torno da candidatura tucana ao Palácio do Planalto, citando nominalmente PTB, PP e PDT, aliados de seu governo em Minas e vinculados à gestão Lula no plano federal.
"O que eu percebo é que todas elas aguardam uma definição mais clara no campo das oposições para poderem se posicionar", avaliou, esclarecendo que os contatos com as legendas são informais.
Aécio vem conversando com Serra, mas nenhum deles altera sua posição em relação ao prazo. Durante toda esta semana o governador paulista estará em Istambul, na Turquia, participando da conferência Urban Age, sobre o futuro das cidades.
segunda-feira, 26 de outubro de 2009
QUISSAMÃ OFERECE MAIS DE 200 VAGAS EM CONCURSO PARA O MAGISTÉRIO
A Prefeitura de Quissamã abriu inscrições para concurso público do magistério, com 202 vagas disponíveis para a rede municipal. São 12 cargos de níveis médio e superior. Os interessados devem se inscrever pelo site (www.aocp.com.br ) até o dia 2 de novembro. A taxa é de R$ 23,50 para todos os cargos e o salário pode chegar a R$ 1.870,50. A realização das provas deve ser no dia 22 de novembro.
O secretário de Educação, Arnaldo Mattoso, explica que este é o último concurso para quem fez o curso Normal: "A partir de 2011, o concurso público para o magistério vai exigir que o candidato tenha nível superior".
A maioria das vagas (114) é oferecida para o único cargo de nível médio do concurso: professor I (Ensino Fundamental, com salários de R$ 1.085,40). Para o nível superior há 11 vagas para orientador educacional, sete para orientador pedagógico e duas para supervisor educacional, com salários de R$ 1.870,50. Há ainda 13 postos destinados para professor II Inglês, quatro para professor II Português, cinco para professor II Ciências Físicas ou Biológicas, quatro para professor II Artes, sete para professor II Matemática, cinco para professor II Geografia, oito para professor II Educação Física e sete para professor II História, todos com salários no valor de R$ 1.630,74.
As inscrições só podem ser feitas pela internet, mas, em caso de dificuldade, o candidato deve procurar o Centro de convivência, no Parque de Exposições, entre as 8h e as 11h30, ou entre 13h30 e 17h, até o dia 2 de novembro. Um terminal estará disponível no local, com acesso à internet.
O secretário de Educação, Arnaldo Mattoso, explica que este é o último concurso para quem fez o curso Normal: "A partir de 2011, o concurso público para o magistério vai exigir que o candidato tenha nível superior".
A maioria das vagas (114) é oferecida para o único cargo de nível médio do concurso: professor I (Ensino Fundamental, com salários de R$ 1.085,40). Para o nível superior há 11 vagas para orientador educacional, sete para orientador pedagógico e duas para supervisor educacional, com salários de R$ 1.870,50. Há ainda 13 postos destinados para professor II Inglês, quatro para professor II Português, cinco para professor II Ciências Físicas ou Biológicas, quatro para professor II Artes, sete para professor II Matemática, cinco para professor II Geografia, oito para professor II Educação Física e sete para professor II História, todos com salários no valor de R$ 1.630,74.
As inscrições só podem ser feitas pela internet, mas, em caso de dificuldade, o candidato deve procurar o Centro de convivência, no Parque de Exposições, entre as 8h e as 11h30, ou entre 13h30 e 17h, até o dia 2 de novembro. Um terminal estará disponível no local, com acesso à internet.
FLAMENGO VENCE BOTAFOGO EM CLÁSSICO DE ESTRÉIA NO ENGENHÃO!!!
Clássico estreia no Engenhão e Flamengo vence Botafogo
Imperador faz, Bruno pega pênalti e Botafogo fica na degola
Adriano se impõe sobre defesa do Botafogo e faz o gol da vitória do Flamengo no Engenhão
Botafogo e Flamengo disputaram o clássico pela primeira vez neste domingo, pelo Campeonato Brasileiro. E como uma dramática peça teatral, misturando imagens de guerra antes da partida ao duelo entre as duas equipes em campo, venceu quem teve o seu protagonista mais afiado em seu texto: 1 a 0 para a equipe da Gávea, gol de Adriano.
Com o resultado, o Rubro-negro foi a 51 pontos na competição, permanecendo na quinta posição, mas agora a três pontos do líder Palmeiras. Por sua vez, o Alvinegro segue na zona de rebaixamento. O time caiu para o 18º lugar, com 32 pontos (a mesma pontuação do Náutico, 17° colocado e do Santo André, 16°).
PREÂMBULO
Antes da apresentação, muita confusão no Engenhão. Torcedores tiveram diversos choques com os policiais, gás lacrimogênio e gás de pimenta foram usados à exaustão e até tiros foram disparados para o alvo. Flamenguistas e botafogueses chegaram a brigar em um dos acessos ao estádio.
PRIMEIRO ATO
No espetáculo propriamente dito, como em todo aquele que estreia, os artistas procuraram agradar a crítica e a audiência iniciaram a apresentação a todo vapor. Botafogo e Flamengo intercalaram-se na busca pelos aplausos da plateia, mas o Alvinegro, mais familiarizado com o palco, predominou nas cenas iniciais.
Contudo, o roteiro deu tons de equilíbrio à história e espaço para os protagonistas se destacarem. Quem aproveitou melhor sua deixa, aos 31 minutos, foi Adriano. Ele foi lançado e o zagueiro Wellington não conseguiu cortar. O Imperador ganhou a dividida com Juninho, invadiu a área, passou na força entre os dois oponentes e chutou rasteiro para abrir o placar.
SEGUNDO ATO
Para a metade final da apresentação, a dinâmica repetiu a mesma de muitas outras apresentações: o Botafogo atirou-se ao ataque, chegando a ficar com quatro atacantes em campo, enquanto o Flamengo posicionou-se na defesa, apostando no brilho de outro personagem, o seu goleiro.
Como em todo bom drama, não poderia faltar um vilão e uma cena de heroísmo, e as duas nuances surguram na mesma situação, em um golpe do roteiro. Aos 23 minutos, Luiz Antônio Silva dos Santos (RJ) marcou pênalti inexistente de Airton em André Lima. Dois minutos depois, Lucio Flavio cobrou no canto esquerdo e Bruno fez grande defesa.
EPÍLOGO
O Rubro-negro, com o brilho eficiente de duas de duas de suas estrelas - Adriano que fez o gol em sua única chance real e o camisa 1 que não sofreu gols -, lutou para segurar o placar até o pano baixar. O Alvinegro, com seus atores sem conseguir desempenhar seu papel, não encontrou seu lugar na peça até o ponto final.
PRÓXIMAS APRESENTAÇÕES
Os dois times voltam a campo na próxima quarta-feira pelo Brasileiro. O Botafogo recebe, no próprio Engenhão, às 19h30, o Náutico. Já o Flamengo, às 21h50, pega o Barueri, em São Paulo.
Imperador faz, Bruno pega pênalti e Botafogo fica na degola
Adriano se impõe sobre defesa do Botafogo e faz o gol da vitória do Flamengo no Engenhão
Botafogo e Flamengo disputaram o clássico pela primeira vez neste domingo, pelo Campeonato Brasileiro. E como uma dramática peça teatral, misturando imagens de guerra antes da partida ao duelo entre as duas equipes em campo, venceu quem teve o seu protagonista mais afiado em seu texto: 1 a 0 para a equipe da Gávea, gol de Adriano.
Com o resultado, o Rubro-negro foi a 51 pontos na competição, permanecendo na quinta posição, mas agora a três pontos do líder Palmeiras. Por sua vez, o Alvinegro segue na zona de rebaixamento. O time caiu para o 18º lugar, com 32 pontos (a mesma pontuação do Náutico, 17° colocado e do Santo André, 16°).
PREÂMBULO
Antes da apresentação, muita confusão no Engenhão. Torcedores tiveram diversos choques com os policiais, gás lacrimogênio e gás de pimenta foram usados à exaustão e até tiros foram disparados para o alvo. Flamenguistas e botafogueses chegaram a brigar em um dos acessos ao estádio.
PRIMEIRO ATO
No espetáculo propriamente dito, como em todo aquele que estreia, os artistas procuraram agradar a crítica e a audiência iniciaram a apresentação a todo vapor. Botafogo e Flamengo intercalaram-se na busca pelos aplausos da plateia, mas o Alvinegro, mais familiarizado com o palco, predominou nas cenas iniciais.
Contudo, o roteiro deu tons de equilíbrio à história e espaço para os protagonistas se destacarem. Quem aproveitou melhor sua deixa, aos 31 minutos, foi Adriano. Ele foi lançado e o zagueiro Wellington não conseguiu cortar. O Imperador ganhou a dividida com Juninho, invadiu a área, passou na força entre os dois oponentes e chutou rasteiro para abrir o placar.
SEGUNDO ATO
Para a metade final da apresentação, a dinâmica repetiu a mesma de muitas outras apresentações: o Botafogo atirou-se ao ataque, chegando a ficar com quatro atacantes em campo, enquanto o Flamengo posicionou-se na defesa, apostando no brilho de outro personagem, o seu goleiro.
Como em todo bom drama, não poderia faltar um vilão e uma cena de heroísmo, e as duas nuances surguram na mesma situação, em um golpe do roteiro. Aos 23 minutos, Luiz Antônio Silva dos Santos (RJ) marcou pênalti inexistente de Airton em André Lima. Dois minutos depois, Lucio Flavio cobrou no canto esquerdo e Bruno fez grande defesa.
EPÍLOGO
O Rubro-negro, com o brilho eficiente de duas de duas de suas estrelas - Adriano que fez o gol em sua única chance real e o camisa 1 que não sofreu gols -, lutou para segurar o placar até o pano baixar. O Alvinegro, com seus atores sem conseguir desempenhar seu papel, não encontrou seu lugar na peça até o ponto final.
PRÓXIMAS APRESENTAÇÕES
Os dois times voltam a campo na próxima quarta-feira pelo Brasileiro. O Botafogo recebe, no próprio Engenhão, às 19h30, o Náutico. Já o Flamengo, às 21h50, pega o Barueri, em São Paulo.
segunda-feira, 19 de outubro de 2009
PET RAMBO MARCA DOIS E FLAMENGO ENCOSTA NO G4!!!
Mesmo com derrota, Palmeiras segue líder do Campeonato Brasileiro
Pet Rambo foi o dono do jogo deste domingo em São Paulo (Crédito: Miguel Schinchariol)
By Nathan de Lima
Ele foi programado para matar, e neste domingo, Petkovic marcou dois gols e aniquilou o líder Palmeiras, na vitória do Flamengo por 2 a 0, no Palestra Itália, pela 30ª rodada do Campeonato Brasileiro. O Rambo da Gávea sobrou em campo e fez com que o Rubro-Negro ficasse um ponto atrás do G4. Já o verdão, mesmo com a derrota em casa, segue na liderança da competição. Veja abaixo os gols!
PRIMEIRO TEMPO
O jogo começou com os dois times brigando muito. O técnico Muricy Ramalho fez com que o Verdão marcasse a saída de bola do Flamengo. A tática ia funcionando e o Palmeiras pressionava a zaga rubro-negra. Com Armero livre pela esquerda, os donos da casa criavam suas principais jogadas nas costas de Léo Moura, ou em chutes de longa distância.
A partida era igual até os 23 minutos, quando Petkovic, se inspirou em seu apelido, tabelou com Juan, invadiu a área, driblou um zagueiro e marcou belo gol, sem chance para o goleiro Marcos. Após o gol, o Palmeiras partiu para o abafa e começou a pressionar o Flamengo. O empate do Verdão só não saiu porque o volante Airton, improvisado na zaga, fez um grande primeiro tempo.
O Palmeiras ainda teve uma grande chance de empatar. Vagner Love recebeu a bola próximo a área do Flamengo, driblou Toró e soltou uma bomba. Bruno fez uma defesa espetacular.
SEGUNDO TEMPO
A segunda etapa começou bastante equilibrada. O Verdão partiu para o ataque, mas começou a deixar espaço para o contra-ataque rubro-negro. O técnico Andrade conseguiu arrumar o lado direito da equipe e com isso Armero parou de incomodar tanto a zaga do Fla.
Quando a torcida do Palmeiras começava acreditar no empate, Pet Rambo cobrou um escanteio, aos 16 minutos, e marcou um gol olímpico, mostrando que se o Verdão entrou em campo para ser a doença do Flamengo, Petkovic resolveu ser a cura. Com dois gols de desvantagem, Muricy Ramalho soltou ainda mais seu time para o ataque.
Aos 41 minutos, Ortigoza subiu na área junto com Angelim, caiu e o árbitro marcou pênalti. No minuto seguinte, Vagner Love foi para cobrança, mas isolou, para festa dos torcedores do Fla que compareceram ao estádio. Final de jogo 2 a 0 para o Flamengo.
Pet Rambo foi o dono do jogo deste domingo em São Paulo (Crédito: Miguel Schinchariol)
By Nathan de Lima
Ele foi programado para matar, e neste domingo, Petkovic marcou dois gols e aniquilou o líder Palmeiras, na vitória do Flamengo por 2 a 0, no Palestra Itália, pela 30ª rodada do Campeonato Brasileiro. O Rambo da Gávea sobrou em campo e fez com que o Rubro-Negro ficasse um ponto atrás do G4. Já o verdão, mesmo com a derrota em casa, segue na liderança da competição. Veja abaixo os gols!
PRIMEIRO TEMPO
O jogo começou com os dois times brigando muito. O técnico Muricy Ramalho fez com que o Verdão marcasse a saída de bola do Flamengo. A tática ia funcionando e o Palmeiras pressionava a zaga rubro-negra. Com Armero livre pela esquerda, os donos da casa criavam suas principais jogadas nas costas de Léo Moura, ou em chutes de longa distância.
A partida era igual até os 23 minutos, quando Petkovic, se inspirou em seu apelido, tabelou com Juan, invadiu a área, driblou um zagueiro e marcou belo gol, sem chance para o goleiro Marcos. Após o gol, o Palmeiras partiu para o abafa e começou a pressionar o Flamengo. O empate do Verdão só não saiu porque o volante Airton, improvisado na zaga, fez um grande primeiro tempo.
O Palmeiras ainda teve uma grande chance de empatar. Vagner Love recebeu a bola próximo a área do Flamengo, driblou Toró e soltou uma bomba. Bruno fez uma defesa espetacular.
SEGUNDO TEMPO
A segunda etapa começou bastante equilibrada. O Verdão partiu para o ataque, mas começou a deixar espaço para o contra-ataque rubro-negro. O técnico Andrade conseguiu arrumar o lado direito da equipe e com isso Armero parou de incomodar tanto a zaga do Fla.
Quando a torcida do Palmeiras começava acreditar no empate, Pet Rambo cobrou um escanteio, aos 16 minutos, e marcou um gol olímpico, mostrando que se o Verdão entrou em campo para ser a doença do Flamengo, Petkovic resolveu ser a cura. Com dois gols de desvantagem, Muricy Ramalho soltou ainda mais seu time para o ataque.
Aos 41 minutos, Ortigoza subiu na área junto com Angelim, caiu e o árbitro marcou pênalti. No minuto seguinte, Vagner Love foi para cobrança, mas isolou, para festa dos torcedores do Fla que compareceram ao estádio. Final de jogo 2 a 0 para o Flamengo.
domingo, 11 de outubro de 2009
FINAL DE SEMANA EM ANGRA DOS REIS...
Galera, primeiramente Bom Dia!!!
Venho por meio desta informar-lhes que estou num belo domingo de sol descansando em Angra. Estou aqui, com a minha querida namorada Rosemary e sua família, comemorando o seu aniversário de 24 aninhos. Espero que o restante do dia se apresente com sol, pois nada mais lindo do que ter um dia maravilhoso ao lado da mulher que você ama e de pessoas agradáveis. Espero que os amigos não morram de inveja, afinal, este velho mortal que vos escreve merece uns dias de férias, não é mesmo? rs...
Fiquem com Deus e espero que não fiquem com inveja...rs... brincadeirinha!!!
Felicidades para todos os visitantes deste humilde blog!!!
RICO GUIMARÃES
Venho por meio desta informar-lhes que estou num belo domingo de sol descansando em Angra. Estou aqui, com a minha querida namorada Rosemary e sua família, comemorando o seu aniversário de 24 aninhos. Espero que o restante do dia se apresente com sol, pois nada mais lindo do que ter um dia maravilhoso ao lado da mulher que você ama e de pessoas agradáveis. Espero que os amigos não morram de inveja, afinal, este velho mortal que vos escreve merece uns dias de férias, não é mesmo? rs...
Fiquem com Deus e espero que não fiquem com inveja...rs... brincadeirinha!!!
Felicidades para todos os visitantes deste humilde blog!!!
RICO GUIMARÃES
FLAMENGO VENCE SÃO PAULO E SE APROXIMA DO G-4
Flamengo vence e se aproxima do G-4
Diante de um maracanã lotado com quase 60 mil pessoas, o Flamengo venceu o São Paulo por 2 a 1, pela 29ª rodada do brasileirão. Com a vitória o Flamengo encosta no Goiás, com 45 pontos, mas mantém a sexta posição. Petkovic e Zé Roberto marcaram pros rubro-negros e Hernanes, fez o gol dos paulistas.
O técnico Andrade cumpriu a promessa de jogar no ataque e já no início do jogo, o Flamengo teve três chances claras de gol, com Denis Marques. Mas quando ninguém esperava, Dagoberto fez belo lançamento que deixou Hernanes na cara de Bruno. O meia só teve o trabalho de dar um tapinha para tirar o goleiro e tocar pro fundo das redes, aos 25 minutos do primeiro tempo.
Saindo do primeiro tempo com derrota, Pet voltou do vestiário e começou o show. Aos 20 minutos do segundo tempo o Mengão empatou. Pet perdeu o primeiro, o juiz mandou voltar. Mas com direito a paradinha e tudo, ele não deu chances a Rogério Ceni.
Depois aos 35 minutos, mais uma bela jogado de Pet. Ele fez lançamento preciso para Zé Roberto que tocou sem chances pra Rogério Ceni. Era a virada do Flamengo e a esperança de alcançar o G-4.
Diante de um maracanã lotado com quase 60 mil pessoas, o Flamengo venceu o São Paulo por 2 a 1, pela 29ª rodada do brasileirão. Com a vitória o Flamengo encosta no Goiás, com 45 pontos, mas mantém a sexta posição. Petkovic e Zé Roberto marcaram pros rubro-negros e Hernanes, fez o gol dos paulistas.
O técnico Andrade cumpriu a promessa de jogar no ataque e já no início do jogo, o Flamengo teve três chances claras de gol, com Denis Marques. Mas quando ninguém esperava, Dagoberto fez belo lançamento que deixou Hernanes na cara de Bruno. O meia só teve o trabalho de dar um tapinha para tirar o goleiro e tocar pro fundo das redes, aos 25 minutos do primeiro tempo.
Saindo do primeiro tempo com derrota, Pet voltou do vestiário e começou o show. Aos 20 minutos do segundo tempo o Mengão empatou. Pet perdeu o primeiro, o juiz mandou voltar. Mas com direito a paradinha e tudo, ele não deu chances a Rogério Ceni.
Depois aos 35 minutos, mais uma bela jogado de Pet. Ele fez lançamento preciso para Zé Roberto que tocou sem chances pra Rogério Ceni. Era a virada do Flamengo e a esperança de alcançar o G-4.
sexta-feira, 9 de outubro de 2009
CD ESTANDARTE - SKANK - VOLTANDO A SURPREENDER!!!
By Sidnei Resende.com
Das bandas que surgiram após o estouro do BRock dos anos 80, o Skank se firmou como a principal banda da década de 90. Se, quando do lançamento de seu primeiro álbum ("Skank", de 1993), não faltou gente para dizer que a banda mais parecia uma cópia d'Os Paralamas do Sucesso, logo no segundo, "Calango" (1994), Samuel Rosa, Henrique Portugal, Lelo Zaneti e Haroldo Ferretti souberam criar uma sonoridade própria, que se transformou em uma explosão que varreu o país sob o nome de "Jackie Tequila".
Sucesso mais que merecido, o Skank continuou o seu percurso com "O Samba Poconé" (1996), que trazia hits como "É Uma Partida de Futebol", "Tão Seu" e, claro, "Garota Nacional". Os dois álbuns foram produzidos por Dudu Marote, um produtor que, sem dúvidas, soube criar uma identidade própria ao Skank. Em seguida, "Siderado" (1998), produzido por Paul Ralphes, foi a prova de uma certa estagnação da banda mineira. Fato que o Skank já tentava dar uma guinada, rumando para uma sonoridade mais adulta. Mas, no fim das contas, o disco tinha mais baixos do que altos.
Em 2000, o Skank voltou com o álbum "Maquinarama", no qual finalmente conseguiu chegar a tal sonoridade mais adulta que não havia conseguido no trabalho anterior. Os metais, marca registrada da banda, sumiram, mas a resposta do público a sucessos como "Balada do Amor Inabalável" e "Três Lados", não deixa dúvidas de que a banda conseguiu, como em um video-game, "passar de fase", com sucesso. Três anos depois, o Skank chegou com "Cosmotron", possivelmente o melhor disco de rock lançado no Brasil nessa década. Produzido por Tom Capone e transportando os Beatles ao Clube da Esquina, Samuel Rosa e companhia registraram pérolas como "Dois Rios", "Formato Mínimo" e o hit "Vou Deixar".
Com "Carrossel", lançado em 2006, o Skank pareceu ter passado pela mesma "crise" de "Siderado". Um álbum super bem produzido, com algumas canções boas, mas que, no conjunto, soava aquém da obra da banda. Tanto que nenhuma faixa do álbum realmente aconteceu.
Com "Estandarte", novo CD da banda mineira, o ouvinte vai ter a sensação de que, de vez em quando é bom dar um passo para trás, para, em seguida, dar dois a frente. Nesse novo trabalho, o Skank apresenta um punhado de composições novas, com o mesmo frescor que pôde ser ouvido em "Calango" ou em "Maquinarama". A produção, não por acaso, é de Dudu Marote, aquele mesmo que ajudou a banda a criar a sua identidade.
Apesar da produção de Dudu Marote, que o ouvinte não espere um disco pop com um "Pacato Cidadão 2". Em "Estandarte", o Skank dá a prova definitiva de que amadureceu como banda. Se não chega a ser um clássico como "Cosmotron", "Estandarte" é um álbum que certamente será bem lembrado pelos fãs da banda pelos próximos anos. O Skank mostra, com ele, que o pop chiclete ficou definitivamente para trás. E isso é um elogio, até mesmo porque os seus fãs que, aos 15 anos cantavam "Jackie Tequila", agora já estão na faixa dos 30...
"Pára-Raio", primeira faixa do CD, com os seus metais introdutórios, dá uma falsa impressão de que o Skank está voltando com um novo "Calango". Mas não é verdade. Nesta parceria de Samuel Rosa com Nando Reis, os metais do pessoal do Funk Como Le Gusta são mais comportados e discretos, com uma letra madura, bem distante do puro "me sinto tão seu": "Noite inteira, fim de tarde / Meu candelário marca o infinito / Em trincheiras que escavo / Acho você dentro de mim".
A essência do álbum tem mais a ver com "Ainda Gosto Dela", outra parceria com Nando Reis, mais puxada para a eletrônica, no melhor estilo "Balada do Amor Inabalável". Apesar de não ser aquele tipo de hit arrasa-quaterão, é um sucesso em potencial. E a ótima (e discreta) participação especial de Negra Li nos vocais dá um charme a mais à canção. Outra parceria com Nando, e que dificilmente não vai tocar (muito) nas rádios, é "Sutilmente", uma bonita canção de amor ("Mas quando eu estiver / Morto / Suplico que não me mate não / Dentro de ti"), que, musicalmente, lembra um pouco "Resposta". E o arranjo de cordas de Luis Brasil é uma verdadeira bola dentro.
Além de quatro parcerias com Nando Reis, Samuel Rosa prestigia o seu velho companheiro Chico Amaral com seis composições em conjunto - as duas restantes foram escritas com César Maurício. Mas, diferentemente das parcerias com o ex-Titã, as músicas com Amaral são um pouco mais roqueiras e, até mesmo, experimentais. "Chão", puxada para a eletrônica, lembra até um pouco alguma coisa do The Killers. E o vocal mais agudo de Samuel Rosa remete a fagulhas de "Miss You", dos Rolling Stones. Outra composição da dupla que merece destaque é "Canção Áspera", um rock bacana, com uma levada de baixo bacana e uma guitarrinha... bacana.
E por falar em rock, o Skank mostra a sua pegada forte em "Notícias do Submundo", outra com Chico Amaral. E também da mesma parceria, "Escravo", um pop-rock com toda a cara de hit, que faz referência a um dos velhos ídolos da banda: Bob Dylan ("Já disse o velho Dylan / You gotta serve somebody / Eu sirvo às leis do Islã / Pra que o amor de Alá vigore"). Outra que mostra um Skank com uma face mais roqueira é "Renascença", última faixa do disco e escrita a quatro mãos por Samuel Rosa e Nando Reis.
Pena que a soul "Noites de Um Verão Qualquer" (parceria com César Maurício) e "Saturação" (com Chico Amaral) não mantenham o pique de "Estandarte". A primeira, musicalmente, está bem distante do nível médio do álbum. E a segunda, com seus mais de seis minutos de duração, literalmente, pode saturar a paciência do fã. Mas nada que tire o brilho de "Estandarte", um disco que pode merecer um DVD ao vivo, adiado (acertadamente) durante a turnê de "Carrossel".
PS. O encarte de "Estandarte" é um dos mais bacanas dos últimos tempos. Quem quiser conhecer melhor a obra do pintor Rafael Silveira (responsável pelas pinturas do libreto), basta acessar o seu ótimo site.
Abaixo, um vídeo com a faixa "Ainda Gosto Dela", primeiro single de "Estandarte".
Das bandas que surgiram após o estouro do BRock dos anos 80, o Skank se firmou como a principal banda da década de 90. Se, quando do lançamento de seu primeiro álbum ("Skank", de 1993), não faltou gente para dizer que a banda mais parecia uma cópia d'Os Paralamas do Sucesso, logo no segundo, "Calango" (1994), Samuel Rosa, Henrique Portugal, Lelo Zaneti e Haroldo Ferretti souberam criar uma sonoridade própria, que se transformou em uma explosão que varreu o país sob o nome de "Jackie Tequila".
Sucesso mais que merecido, o Skank continuou o seu percurso com "O Samba Poconé" (1996), que trazia hits como "É Uma Partida de Futebol", "Tão Seu" e, claro, "Garota Nacional". Os dois álbuns foram produzidos por Dudu Marote, um produtor que, sem dúvidas, soube criar uma identidade própria ao Skank. Em seguida, "Siderado" (1998), produzido por Paul Ralphes, foi a prova de uma certa estagnação da banda mineira. Fato que o Skank já tentava dar uma guinada, rumando para uma sonoridade mais adulta. Mas, no fim das contas, o disco tinha mais baixos do que altos.
Em 2000, o Skank voltou com o álbum "Maquinarama", no qual finalmente conseguiu chegar a tal sonoridade mais adulta que não havia conseguido no trabalho anterior. Os metais, marca registrada da banda, sumiram, mas a resposta do público a sucessos como "Balada do Amor Inabalável" e "Três Lados", não deixa dúvidas de que a banda conseguiu, como em um video-game, "passar de fase", com sucesso. Três anos depois, o Skank chegou com "Cosmotron", possivelmente o melhor disco de rock lançado no Brasil nessa década. Produzido por Tom Capone e transportando os Beatles ao Clube da Esquina, Samuel Rosa e companhia registraram pérolas como "Dois Rios", "Formato Mínimo" e o hit "Vou Deixar".
Com "Carrossel", lançado em 2006, o Skank pareceu ter passado pela mesma "crise" de "Siderado". Um álbum super bem produzido, com algumas canções boas, mas que, no conjunto, soava aquém da obra da banda. Tanto que nenhuma faixa do álbum realmente aconteceu.
Com "Estandarte", novo CD da banda mineira, o ouvinte vai ter a sensação de que, de vez em quando é bom dar um passo para trás, para, em seguida, dar dois a frente. Nesse novo trabalho, o Skank apresenta um punhado de composições novas, com o mesmo frescor que pôde ser ouvido em "Calango" ou em "Maquinarama". A produção, não por acaso, é de Dudu Marote, aquele mesmo que ajudou a banda a criar a sua identidade.
Apesar da produção de Dudu Marote, que o ouvinte não espere um disco pop com um "Pacato Cidadão 2". Em "Estandarte", o Skank dá a prova definitiva de que amadureceu como banda. Se não chega a ser um clássico como "Cosmotron", "Estandarte" é um álbum que certamente será bem lembrado pelos fãs da banda pelos próximos anos. O Skank mostra, com ele, que o pop chiclete ficou definitivamente para trás. E isso é um elogio, até mesmo porque os seus fãs que, aos 15 anos cantavam "Jackie Tequila", agora já estão na faixa dos 30...
"Pára-Raio", primeira faixa do CD, com os seus metais introdutórios, dá uma falsa impressão de que o Skank está voltando com um novo "Calango". Mas não é verdade. Nesta parceria de Samuel Rosa com Nando Reis, os metais do pessoal do Funk Como Le Gusta são mais comportados e discretos, com uma letra madura, bem distante do puro "me sinto tão seu": "Noite inteira, fim de tarde / Meu candelário marca o infinito / Em trincheiras que escavo / Acho você dentro de mim".
A essência do álbum tem mais a ver com "Ainda Gosto Dela", outra parceria com Nando Reis, mais puxada para a eletrônica, no melhor estilo "Balada do Amor Inabalável". Apesar de não ser aquele tipo de hit arrasa-quaterão, é um sucesso em potencial. E a ótima (e discreta) participação especial de Negra Li nos vocais dá um charme a mais à canção. Outra parceria com Nando, e que dificilmente não vai tocar (muito) nas rádios, é "Sutilmente", uma bonita canção de amor ("Mas quando eu estiver / Morto / Suplico que não me mate não / Dentro de ti"), que, musicalmente, lembra um pouco "Resposta". E o arranjo de cordas de Luis Brasil é uma verdadeira bola dentro.
Além de quatro parcerias com Nando Reis, Samuel Rosa prestigia o seu velho companheiro Chico Amaral com seis composições em conjunto - as duas restantes foram escritas com César Maurício. Mas, diferentemente das parcerias com o ex-Titã, as músicas com Amaral são um pouco mais roqueiras e, até mesmo, experimentais. "Chão", puxada para a eletrônica, lembra até um pouco alguma coisa do The Killers. E o vocal mais agudo de Samuel Rosa remete a fagulhas de "Miss You", dos Rolling Stones. Outra composição da dupla que merece destaque é "Canção Áspera", um rock bacana, com uma levada de baixo bacana e uma guitarrinha... bacana.
E por falar em rock, o Skank mostra a sua pegada forte em "Notícias do Submundo", outra com Chico Amaral. E também da mesma parceria, "Escravo", um pop-rock com toda a cara de hit, que faz referência a um dos velhos ídolos da banda: Bob Dylan ("Já disse o velho Dylan / You gotta serve somebody / Eu sirvo às leis do Islã / Pra que o amor de Alá vigore"). Outra que mostra um Skank com uma face mais roqueira é "Renascença", última faixa do disco e escrita a quatro mãos por Samuel Rosa e Nando Reis.
Pena que a soul "Noites de Um Verão Qualquer" (parceria com César Maurício) e "Saturação" (com Chico Amaral) não mantenham o pique de "Estandarte". A primeira, musicalmente, está bem distante do nível médio do álbum. E a segunda, com seus mais de seis minutos de duração, literalmente, pode saturar a paciência do fã. Mas nada que tire o brilho de "Estandarte", um disco que pode merecer um DVD ao vivo, adiado (acertadamente) durante a turnê de "Carrossel".
PS. O encarte de "Estandarte" é um dos mais bacanas dos últimos tempos. Quem quiser conhecer melhor a obra do pintor Rafael Silveira (responsável pelas pinturas do libreto), basta acessar o seu ótimo site.
Abaixo, um vídeo com a faixa "Ainda Gosto Dela", primeiro single de "Estandarte".
BASTARDOS INGLÓRIOS
By msn. com
Longa conta a história de um grupo de soldados à beira de sua execução, na Segunda Guerra.
Durante a Segunda Guerra Mundial, o tenente americano Aldo Raine (Brad Pitt) comanda um pequeno exército com uma missão específica na França: matar o máximo de nazista que eles conseguirem. Formado apenas por judeus, o grupo, conhecido como Bastardos Inglórios, é temido pelos alemães por sua crueldade. Além de o exército escalpelar os soldados nazistas, eles ainda contam com a fúria de Donny Donowitz (Eli Roth), o Urso Judeu, que mata seus inimigos com um taco de beisebol.
O maior adversário de Aldo é o coronel alemão Hans Landa, chamado pelos franceses de Caçador de Judeus. Com um faro incrível para descobrir esconderijos, o nazista tem diversas mortes em seu currículo, como da família Dreyfus. Vendo todos os seus parentes morrerem na sua frente, Shosanna Dreyfus consegue escapar de Landa, e vai viver em Paris, onde herda um cinema. Quatro anos depois, ela conhece o herói de guerra nazista Fredrick Zoller (Daniel Bruhl), que acaba de protagonizar um filme sobre seus atos heróicos, e quer que a estréia seja exatamente no cinema de Shosanna, que ele pensa ser apenas uma francesa comum.
No evento, estarão presentes os maiores nomes do nazismo, como Adolf Hitler e Joseph Goebbels, além do Coronel Landa. Vendo neste dia sua grande oportunidade de se vingar, Shosanna arma um plano para incendiar o prédio no meio da exibição. Sem saber da existência da moça, Aldo e seus bastardos também planejam invadir o local e matar os seus maiores inimigos, e para isso contam com a ajuda da grande diva do cinema alemão, Bridget von Hammersmark. Porém, mesmo com dois planos diferentes para acabar com o nazismo na mesma noite, Landa está desconfiado e quer que tudo aconteça a sua maneira.
Com duas horas e meia de duração, Bastardos Inglórios, de Quentin Tarantino, foi inspirado pelo filme italiano Assalto ao Trem Blindado, de 1978. Enzo G. Castellari, diretor do original chegou a atuar no longa de Tarantino, no papel de um oficial nazista. Já Bo Svenson, um dos atores do filme italiano participa de Orgulho de uma Nação, filme exibido dentro de Bastardos Inglórios, que conta com a direção de Eli Roth, cineasta autor de O Albergue. Roth ainda interpreta o papel do Urso Judeu. Tarantino, que havia prometido comparecer à estréia de seu filme no Brasil, desistiu uma semana antes por estar exausto das viagens de lançamento.
Longa conta a história de um grupo de soldados à beira de sua execução, na Segunda Guerra.
Durante a Segunda Guerra Mundial, o tenente americano Aldo Raine (Brad Pitt) comanda um pequeno exército com uma missão específica na França: matar o máximo de nazista que eles conseguirem. Formado apenas por judeus, o grupo, conhecido como Bastardos Inglórios, é temido pelos alemães por sua crueldade. Além de o exército escalpelar os soldados nazistas, eles ainda contam com a fúria de Donny Donowitz (Eli Roth), o Urso Judeu, que mata seus inimigos com um taco de beisebol.
O maior adversário de Aldo é o coronel alemão Hans Landa, chamado pelos franceses de Caçador de Judeus. Com um faro incrível para descobrir esconderijos, o nazista tem diversas mortes em seu currículo, como da família Dreyfus. Vendo todos os seus parentes morrerem na sua frente, Shosanna Dreyfus consegue escapar de Landa, e vai viver em Paris, onde herda um cinema. Quatro anos depois, ela conhece o herói de guerra nazista Fredrick Zoller (Daniel Bruhl), que acaba de protagonizar um filme sobre seus atos heróicos, e quer que a estréia seja exatamente no cinema de Shosanna, que ele pensa ser apenas uma francesa comum.
No evento, estarão presentes os maiores nomes do nazismo, como Adolf Hitler e Joseph Goebbels, além do Coronel Landa. Vendo neste dia sua grande oportunidade de se vingar, Shosanna arma um plano para incendiar o prédio no meio da exibição. Sem saber da existência da moça, Aldo e seus bastardos também planejam invadir o local e matar os seus maiores inimigos, e para isso contam com a ajuda da grande diva do cinema alemão, Bridget von Hammersmark. Porém, mesmo com dois planos diferentes para acabar com o nazismo na mesma noite, Landa está desconfiado e quer que tudo aconteça a sua maneira.
Com duas horas e meia de duração, Bastardos Inglórios, de Quentin Tarantino, foi inspirado pelo filme italiano Assalto ao Trem Blindado, de 1978. Enzo G. Castellari, diretor do original chegou a atuar no longa de Tarantino, no papel de um oficial nazista. Já Bo Svenson, um dos atores do filme italiano participa de Orgulho de uma Nação, filme exibido dentro de Bastardos Inglórios, que conta com a direção de Eli Roth, cineasta autor de O Albergue. Roth ainda interpreta o papel do Urso Judeu. Tarantino, que havia prometido comparecer à estréia de seu filme no Brasil, desistiu uma semana antes por estar exausto das viagens de lançamento.
PESQUISA ELEITORAL - 2010
CAROS AMIGOS!!!
Venho aqui pedir a colaboração de todos os visitantes e simpatizantes ou não do blog para opinarem sobre o pleito que se apresenta em 2010. O DATA RICO agradece, rs...
GOVERNADOR RJ
Sérgio Cabral (PMDB)
Wágner Montes (PDT)
Lindberg Farias (PT)
Fernando Gabeira (PV)
Anthony Garotinho (PR)
Chico Alencar (PSOL)
PRESIDENTE
Dilma (PT)
José Serra (PSDB)
Ciro Gomes (PSB)
Marina Silva (PV)
Heloísa Helena (PSOL)
SENADOR RJ
Picciani (PMDB)
César Maia (DEM)
Hugo Leal (PSC)
Marcelo Crivella (PRB)
Denise Frossard (PPS)
Jandira Feghali (PC do B)
Carlos Lupi (PDT)
Babá (PSOL)
OBS: Para votar basta fazer o comentário dando as três respostas. Se não interessar responder em uma das opções (ex: dar a opinião para governador e presidente e não querer se manifestar para senador, ou vice versa), favor dizer que está indeciso, vota branco ou vota nulo. Para àqueles que quiserem opinar, agradeço, os que não quiserem, agradeço a visita da mesma maneira respeitando a decisão de não se manifestar. Como estamos num espaço democrático, espero ter a devida compreensão daqueles que não gostarem de política para não fazerem comentários esdrúxulos ou desrespeitosos.
Cabe salientar que a pesquisa vai durar 1 mês a partir da postagem. Resultado em 9 de novembro de 2009.
Um grande abraço para todos!!!
Venho aqui pedir a colaboração de todos os visitantes e simpatizantes ou não do blog para opinarem sobre o pleito que se apresenta em 2010. O DATA RICO agradece, rs...
GOVERNADOR RJ
Sérgio Cabral (PMDB)
Wágner Montes (PDT)
Lindberg Farias (PT)
Fernando Gabeira (PV)
Anthony Garotinho (PR)
Chico Alencar (PSOL)
PRESIDENTE
Dilma (PT)
José Serra (PSDB)
Ciro Gomes (PSB)
Marina Silva (PV)
Heloísa Helena (PSOL)
SENADOR RJ
Picciani (PMDB)
César Maia (DEM)
Hugo Leal (PSC)
Marcelo Crivella (PRB)
Denise Frossard (PPS)
Jandira Feghali (PC do B)
Carlos Lupi (PDT)
Babá (PSOL)
OBS: Para votar basta fazer o comentário dando as três respostas. Se não interessar responder em uma das opções (ex: dar a opinião para governador e presidente e não querer se manifestar para senador, ou vice versa), favor dizer que está indeciso, vota branco ou vota nulo. Para àqueles que quiserem opinar, agradeço, os que não quiserem, agradeço a visita da mesma maneira respeitando a decisão de não se manifestar. Como estamos num espaço democrático, espero ter a devida compreensão daqueles que não gostarem de política para não fazerem comentários esdrúxulos ou desrespeitosos.
Cabe salientar que a pesquisa vai durar 1 mês a partir da postagem. Resultado em 9 de novembro de 2009.
Um grande abraço para todos!!!
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