sábado, 11 de fevereiro de 2012

ASSESSOR DO VEREADOR LEONEL BRIZOLA NETO NEGOCIOU COM PREFEITA DE SÃO GONÇALO ÀS ESCURAS, TRAINDO O MAGISTÉRIO

Beiçola, assessor do vereador Leonelzinho Brizola, lacaio do Paes, negociou em nome do SEPE com a prefeita de São Gonçalo. Quis vender o SEPE gonçalense para a prefeita, traindo os professores. E depois ainda vem falar de probidade e honradez contra o Lupi. Que seja adversário do Lupi é um direito dele e eu respeito, pois tem muitos colegas aqui que também comungam dessa oposição. Entretanto, ser um adversário hipócrita e falar o santo nome do Brizola em vão mereceria uma expulsão sumária do partido. O covarde ainda fugiu pela porta dos fundos do gabinete. Brincadeira esse trabalhista de galocha, na verdade, marxista enrustido dentro de um partido legitimamente trabalhista. Nada contra o Marx, mas os marxistas costumam detonar o Getúlio, nosso líder primaz, constantemente na historiografia. 
Mas isso não vem ao caso agora, o que vale dizer é que peixe que nada demais morre afogado. Hipócrita, vendido, critica o apoio do partido ao Cabral, mas não faz o mesmo em relação ao Paes, senhor feudal que tem o servo vereador Leonelzinho como fiel escudeiro. E depois vem falar em honradez, probidade e memoria brizolista contra o Lupi na net, hipócrita do carValho. O Beiçola é um hipócrita e ainda mama nas tetas do SEPE, sindicato pelego subserviente ao Cabral. Eu sempre fui contra ao apoio para o Cabral, inclusive já critiquei o Lupi por isso, mas sem hipocrisia. Agora pra mim apoiar o Paes é a mesma coisa e o Sr. Beiçola não quer enxergar isso.

BRIZOLA NETO, FALTOSO COMO DEPUTADO, NÃO HONRA O SEU AVÔ

Leonel Brizola sempre honrou as calças que vestia e sempre foi presente nos seus mandatos, inaugurando milhares de CIEPS e obras públicas, não se locupletando do dinheiro suado dos contribuintes fluminenses, através de uma assiduidade ímpar. Em contrapartida, o seu netinho covarde e pseudo-ideológico, faltou mais de cinquenta por cento das plenárias e foi um deputado ausente na última legislatura (2007/2011). Ah! Quem me chamar de mentiroso é só conferir o site da Câmara Federal. Que papelão, hein Brizolinha?

TEMOS QUE MUDAR ESSE PARADIGMA QUE PRIVILEGIA A VISÃO EUROPOCÊNTRICA NO ENSINO DA HISTÓRIA

A visão europocêntrica da História dada nos bancos escolares brasileiros não reflete a nossa diversidade histórica e cultural. É um crime não permitir que uma sociedade multicultural e plural na sua etnicidade só tenha que conhecer apenas a história dos "vitoriosos" europeus versus a subserviência dos "derrotados" de matriz indígena e africana. Eu, como historiador e professor de História abomino isso e sempre dou História da África e dos Povos indígenas Pré-Colombianos nas minhas aulas. Essa postura se reflete como respeito à nossa pluralidade, afinal somos na essência alemãolusonholnegroindioriental ao mesmo tempo.

O Brasil já tinha uma identidade nacional no Período Pombalino, que se reforça no Período Joanino, com as medidas que avigoraram a autonomia econômica e política por D. João VI, como a criação do Banco do Brasil. Ademais, isso não descaracteriza o desejo de ruptura desse paradigma histórico-didático de ser europocentrizar o ensino da História. Isso não tem nada a ver com o momento em que o país se tornou mestiço de fato. Um exemplo: os EUA, país bem menos mestiçado que o nosso, valoriza muito mais, mesmo que com certo desdém, a história da participação dos negros no processo político e social do país, no ensino da História deles. Talvez seja por isso que os negros de lá tem um nível de conscientização maior do que os nossos, pois os de lá se enxergam na história do seu país e ganham uma identidade importante para conquistar tudo o que eles buscaram, vide o atual presidente. Os nossos negros ainda se enxergam como inferiores, porque a nossa própria escola ensina isso para eles, nas aulas de História.

SEPE, SUBSERVIENTE AO GOVERNADOR CABRAL, NÃO REPRESENTA COM DIGNIDADE O MAGISTÉRIO ESTADUAL


O SEPE é um sindicatozinho de quinta categoria, subserviente ao governador e que se mostra inerte na tarefa de defender os interesses dos educadores. É por isso que não pago um centavo para essa instituição falida de valores e de bons quadros para a defesa do Magistério. A última foi não ter defendido as disciplinas de Filosofia e Sociologia. Parece que estão comungando da mesma ideia do Estado, de que disciplinas como estas, que transformam os alunos em cidadãos questionadores e intelectualizados acerca das estruturas do mundo, principalmente políticas, não tem utilidade prática. Formar futuros cidadãos críticos e com alto poder de análise não passa pela cabeça do SEPE. Vamos formar alienados prontinhos para o Estado usar de todo o seu maniqueísmo. Isso é o SEPE gente...

segunda-feira, 12 de dezembro de 2011

A MÁSCARA DO PIG CAI: SERRA E FHC ESTÃO MAIS SUJOS DO QUE PAU DE GALINHEIRO

Agora eu quero ver os pseudo-honestos e ilibados opositores do Governo Dilma terem moral para criticar as "sujeiras" do PT e seus aliados. Os mesmos fizeram parte do momento mais sujo da história política brasileira. A recente reportagem de Carta Capital corrobora isso, vejam:

A “Privataria tucana”, de Amaury Ribeiro Jr., chega às bancas. Carta Capital relata o que há no livro.


Não, não era uma invenção ou uma desculpa esfarrapada. O jornalista Amaury Ribeiro Jr. realmente preparava um livro sobre as falcatruas das privatizações do governo Fernando Henrique Cardoso.


Neste fim de semana chega às livrarias “A Privataria Tucana”, resultado de 12 anos de trabalho do premiado repórter que durante a campanha eleitoral do ano passado foi acusado de participar de um grupo cujo objetivo era quebrar o sigilo fiscal e bancário de políticos tucanos. Ribeiro Jr. acabou indiciado pela Polícia Federal e tornou-se involuntariamente personagem da disputa presidencial Na edição que chega às bancas nesta sexta-feira 9, CartaCapital traz um relato exclusivo e minucioso do conteúdo do livro de 343 publicado pela Geração Editorial e uma entrevista com autor (reproduzida abaixo).


A obra apresenta documentos inéditos de lavagem de dinheiro e pagamento de propina, todos recolhidos em fontes públicas, entre elas os arquivos da CPI do Banestado.


José Serra é o personagem central dessa história. Amigos e parentes do ex-governador paulista operaram um complexo sistema de maracutaias financeiras que prosperou no auge do processo de privatização.


Ribeiro Jr. elenca uma série de personagens envolvidas com a “privataria” dos anos 1990, todos ligados a Serra, aí incluídos a filha, Verônica Serra, o genro, Alexandre Bourgeois, e um sócio e marido de uma prima, Gregório Marín Preciado.


Mas quem brilha mesmo é o ex-diretor da área internacional do Banco do Brasil, o economista Ricardo Sérgio de Oliveira. Ex-tesoureiro de Serra e FHC, Oliveira, ou Mister Big, é o cérebro por trás da complexa engenharia de contas, doleiros e offshores criadas em paraísos fiscais para esconder os recursos desviados da privatização.


O livro traz, por exemplo, documentos nunca antes revelados que provam depósitos de uma empresa de Carlos Jereissati, participante do consórcio que arrematou a Tele Norte Leste, antiga Telemar, hoje OI, na conta de uma companhia de Oliveira nas Ilhas Virgens Britânicas. Também revela que Preciado movimentou 2,5 bilhões de dólares por meio de outra conta do mesmo Oliveira. Segundo o livro, o ex-tesoureiro de Serra tirou ou internou no Brasil, em seu nome, cerca de 20 milhões de dólares em três anos.


A Decidir.com, sociedade de Verônica Serra e Verônica Dantas, irmã do banqueiro Daniel Dantas, também se valeu do esquema. Outra revelação: a filha do ex-governador acabou indiciada pela Polícia Federal por causa da quebra de sigilo de 60 milhões de brasileiros. Por meio de um contrato da Decidir com o Banco do Brasil, cuja existência foi revelada por CartaCapital em 2010, Verônica teve acesso de forma ilegal a cadastros bancários e fiscais em poder da instituição financeira.


Na entrevista a seguir, Ribeiro Jr. explica como reuniu os documentos para produzir o livro, refaz o caminho das disputas no PSDB e no PT que o colocaram no centro da campanha eleitoral de 2010 e afirma: “Serra sempre teve medo do que seria publicado no livro”.


CartaCapital: Por que você decidiu investigar o processo de privatização no governo Fernando Henrique Cardoso?


Amaury Ribeiro Jr.: Em 2000, quando eu era repórter de O Globo, tomei gosto pelo tema. Antes, minha área da atuação era a de reportagens sobre direitos humanos e crimes da ditadura militar. Mas, no início do século, começaram a estourar os escândalos a envolver Ricardo Sérgio de Oliveira (ex-tesoureiro de campanha do PSDB e ex-diretor do Banco do Brasil). Então, comecei a investigar essa coisa de lavagem de dinheiro. Nunca mais abandonei esse tema. Minha vida profissional passou a ser sinônimo disso.

CC: Quem lhe pediu para investigar o envolvimento de José Serra nesse esquema de lavagem de dinheiro?


ARJ: Quando comecei, não tinha esse foco. Em 2007, depois de ter sido baleado em Brasília, voltei a trabalhar em Belo Horizonte, como repórter do Estado de Minas. Então, me pediram para investigar como Serra estava colocando espiões para bisbilhotar Aécio Neves, que era o governador do estado. Era uma informação que vinha de cima, do governo de Minas. Hoje, sabemos que isso era feito por uma empresa (a Fence, contratada por Serra), conforme eu explico no livro, que traz documentação mostrando que foi usado dinheiro público para isso.

CC: Ficou surpreso com o resultado da investigação?


ARJ: A apuração demonstrou aquilo que todo mundo sempre soube que Serra fazia. Na verdade, são duas coisas que o PSDB sempre fez: investigação dos adversários e esquemas de contrainformação. Isso ficou bem evidenciado em muitas ocasiões, como no caso da Lunus (que derrubou a candidatura de Roseana Sarney, então do PFL, em 2002) e o núcleo de inteligência da Anvisa (montado por Serra no Ministério da Saúde), com os personagens de sempre, Marcelo Itagiba (ex-delegado da PF e ex-deputado federal tucano) à frente. Uma coisa que não está no livro é que esse mesmo pessoal trabalhou na campanha de Fernando Henrique Cardoso, em 1994, mas sob o comando de um jornalista de Brasília, Mino Pedrosa. Era uma turma que tinha também Dadá (Idalísio dos Santos, araponga da Aeronáutica) e Onézimo Souza (ex-delegado da PF).

CC: O que você foi fazer na campanha de Dilma Rousseff, em 2010?


ARJ: Um amigo, o jornalista Luiz Lanzetta, era o responsável pela assessoria de imprensa da campanha da Dilma. Ele me chamou porque estava preocupado com o vazamento geral de informações na casa onde se discutia a estratégia de campanha do PT, no Lago Sul de Brasília. Parecia claro que o pessoal do PSDB havia colocado gente para roubar informações. Mesmo em reuniões onde só estavam duas ou três pessoas, tudo aparecia na mídia no dia seguinte. Era uma situação totalmente complicada.

CC: Você foi chamado para acabar com os vazamentos?


ARJ: Eu fui chamado para dar uma orientação sobre o que fazer, intermediar um contrato com gente capaz de resolver o problema, o que acabou não acontecendo. Eu busquei ajuda com o Dadá, que me trouxe, em seguida, o ex-delegado Onézimo Souza. Não tinha nada de grampear ou investigar a vida de outros candidatos. Esse “núcleo de inteligência” que até Prêmio Esso deu nunca existiu, é uma mentira deliberada. Houve uma única reunião para se discutir o assunto, no restaurante Fritz (na Asa Sul de Brasília), mas logo depois eu percebi que tinha caído numa armadilha.

CC: Mas o que, exatamente, vocês pensavam em fazer com relação aos vazamentos?


ARJ: Havia dentro do grupo de Serra um agente da Abin (Agência Brasileira de Inteligência) que tinha se desentendido com Marcelo Itagiba. O nome dele é Luiz Fernando Barcellos, conhecido na comunidade de informações como “agente Jardim”. A gente pensou em usá-lo como infiltrado, dentro do esquema de Serra, para chegar a quem, na campanha de Dilma, estava vazando informações. Mas essa ideia nunca foi posta em prática.

CC: Você é o responsável pela quebra de sigilo de tucanos e da filha de Serra, Verônica, na agência da Receita Federal de Mauá?


ARJ: Aquilo foi uma armação, pagaram para um despachante para me incriminar. Não conheço ninguém em Mauá, nunca estive lá. Aquilo faz parte do conhecido esquema de contrainformação, uma especialidade do PSDB.

CC: E por que o PSDB teria interesse em incriminá-lo?


ARJ: Ficou bem claro durante as eleições passadas que Serra tinha medo de esse meu livro vir à tona. Quando se descobriu o que eu tinha em mãos, uma fonte do PSDB veio me contar que Serra ficou atormentado, começou a tratar mal todo mundo, até jornalistas que o apoiavam. Entrou em pânico. Aí partiram para cima de mim, primeiro com a história de Eduardo Jorge Caldeira (vice-presidente do PSDB), depois, da filha do Serra, o que é uma piada, porque ela já estava incriminada, justamente por crime de quebra de sigilo. Eu acho, inclusive, que Eduardo Jorge estimulou essa coisa porque, no fundo, queria apavorar Serra. Ele nunca perdoou Serra por ter sido colocado de lado na campanha de 2010.

CC: Mas o fato é que José Serra conseguiu que sua matéria não fosse publicada no Estado de Minas.


ARJ: É verdade, a matéria não saiu. Ele ligou para o próprio Aécio para intervir no Estado de Minas e, de quebra, conseguiu um convite para ir à festa de 80 anos do jornal. Nenhuma novidade, porque todo mundo sabe que Serra tem mania de interferir em redações, que é um cara vingativo.

A FUNDAÇÃO DO PARTIDO DA EDUCAÇÃO E CULTURA (PEC) NO FACEBOOK

Ai amigos deste blog, ajudem, ok?

Contra a corrupção e pela valorização da educação e cultura do povo brasileiro vamos todos os cidadãos conscientes e politizados criar um novo partido e compartilhar ao máximo. Vamos fundar o PARTIDO DA EDUCAÇÃO E CULTURA (PEC). Quem for a favor dessa ideia curte e compartilha.

A RELAÇÃO ENTRE O PROTESTANTISMO E A MÍDIA TELEVISIVA NO BRASIL

No tocante ao apoio da Rede Globo de Televisão a alguns segmentos evangélicos eu penso o seguinte. Caros amigos será que vocês não perceberam que essa é uma jogada de cunho político e de poder da Rede Globo para atingir a Universal e a Record? Veja o staff de artistas evangélicos se não são aqueles que não comungam com a cúpula da Universal. A Globo também promove o Silas Malafaia em detrimento do Macedo.
Tente ligar o porquê de o Silas ter apoiado o Serra nas últimas eleições presidenciais. Até o meio evangélico está dividido. Silas contra a Dilma e o Macedo e Crivella a favor da Dilma. Duas correntes de supremacia de poder, onde o protestantismo acaba sendo fracionado na sua essência. Daqui a pouco a Globo seduz o Waldemiro Santiago também, pode escrever, e aí o Bispo Macedo vai começar a se preocupar de verdade.
Gostaria que os evangélicos brasileiros tivessem o mesmo nível crítico e analítico acerca da sociedade como os protestantes americanos e europeus. Os luteranos, que são seculares, conseguem ter maior diálogo com os diversos segmentos sociais e desprendimento acerca de vários assuntos, inclusive a ciência, do que os chamados setores evangélicos "progressistas" do Brasil, cada vez mais reacionários e retrógrados nas suas posições.
A minha sorte é que noventa por cento dos meus amigos evangélicos tem a cabeça bem aberta e são demasiadamente intelectualizados. Posso tomar um copo de cerveja sem perceber um olhar de reprovação por parte de qualquer amigo protestante, mesmo sabendo que discordam da minha posição, discordam, mas não discriminam. Está na hora de alguns evangélicos aprenderem a diferença entre os conceitos discordância e discriminação.
O problema é que, seguindo os preceitos de Weber, os nossos evangélicos ou a maioria deles dão muito valor ao conceito Capitalismo e pouco valor ao conceito Liberalismo, ambos conceitos-base do protestantismo medieval tradicional. Foi privilegiada a questão do dinheiro, mas pouco a questão das liberdades individuais.

A REDUÇÃO DA CARGA HORÁRIA DE FILOSOFIA E SOCIOLOGIA NAS ESCOLAS ESTADUAIS DO RIO DE JANEIRO


Infelizmente não interessa ao referido governador e à classe política reacionária em geral, o desenvolvimento intelectual do povo, em especial, oriundos dos segmentos sociais menos privilegiados ou não privilegiados. A ideia é desprover esses segmentos sociais de um mínimo de capacidade crítica e analítica para que não possam contestar o status quo, através dos conceitos que essas mesmas disciplinas, Sociologia e Filosofia ensinam. Ademais, que se perpertue, segundo esses "governantes" idiotas, a falência intelectual do nosso povo acerca do cenário político que estamos experimentando durante séculos de existência do nosso país.

O FUNK E A CRISE CULTURAL QUE EXPERIMENTAMOS SOCIALMENTE

O funk poderia aproveitar o seu enorme poder de persuasão para conscientizar politicamente as pessoas que o curtem e que na sua maioria são oriundos de comunidades pobres e desprovidos de base intelectual e poder aquisitivo. Falo para o bem desse povo, visto que os mesmos são aqueles que são refens do assistencialismo eleitoral na época das eleições e do maniqueísmo político, sofrendo graves consequências motivadas por essa alienação. Respeito o trabalho de todos, mas acho que essa conscientização deveria começar o quanto antes, sob pena de intensificar ainda mais essa crise cultural que se abate sobre o nosso país, em especial a esse movimento cultural. Ademais, acerca desse assunto, acredito que todos devem expressar aquilo que mais admiram e gostam.

sábado, 26 de novembro de 2011

A CORRUPÇÃO E A SUA INTRÍNSECA RELAÇÃO COM A SOCIEDADE NO BRASIL


A nossa classe política é o espelho de maior parte da nossa sociedade. Senão vejamos, falam que os políticos são corruptos. Quando pagamos propina para adiantar um documento no cartório na frente dos outros ou quando arrumamos um leito no hospital para um parente porque conhecemos o diretor do hospital estamos sendo o que? CORRUPTOS.
 
Falam que os políticos são desonestos. Quando fingimos que estam...os dormindo na hora em que um idoso sobe no ônibus e pode solicitar o nosso lugar no banco ou quando furamos fila de banco e pedimos para algum conhecido pagar uma Coca-Cola no caixa do supermercado, ficando na frente de pessoas que estão na fila dez, vinte ou até trinta minutos, estamos sendo o que? DESONESTOS.
 
Falam que os políticos são mentirosos. Quando mentimos para o pai ou a mãe ou até mesmo para os nossos cônjuges e ainda quando para garantir uma vaga de emprego, omitimos informações ou mentimos descaradamente para garanti-lo, estamos sendo o que? MENTIROSOS.
 
Falam que alguns políticos são ignorantes e inconscientes. Pergunto: Qual é o nível de escolaridade e consciência da maior parte dos brasileiros? Não falo somente na questão de anos de estudo, mas na qualidade do mesmo. E qual é o nível de consciência política do brasileiro? Somos, na sua maioria, IGNORANTES e INCONSCIENTES politicamente.
 
Em suma, quando vendemos o nosso voto por um prato de comida ou cinquenta reais, estamos vendendo a nossa cidadania; e não temos moral para cobrar uma escola melhor, ruas asfaltadas, honestidade e competência por parte dos nossos políticos ou para sermos atendidos na emergência de um hospital. Antes de criticar os políticos, oitenta por cento dos brasileiros deveriam olhar para o próprio umbigo e para as suas atitudes demasiadamente desvirtuadas, imorais e antieticas.
 
 
VAMOS LUTAR CONTRA A CORRUPÇÃO NA SOCIEDADE BRASILEIRA!!!!
 
 

RICO GUIMARÃES FALA SOBRE A CORRUPÇÃO E A SUA RELAÇÃO COM A SOCIEDADE NO BRASIL

Compartilhem ao máximo. Com os amigos e colegas do Face e outros sites de relacionamento social. Vamos lotar de visualizações para que o mesmo chegue ao topo. Vamos ajudar a conscientizar a população brasileira.


sexta-feira, 11 de novembro de 2011

A MINHA OPINIÃO ACERCA DO BOMBARDEIO QUE O MINISTRO CARLOS LUPI ESTÁ ENFRENTANDO


Colegas e amigos do PDT. Respeitosamente quero lhes dizer que existe um conceito chamado presunção da inocência. Ninguém pode ser condenado previamente pela opinião pública se os atos ilícitos imputados ao acusado não forem devidamente provados. Tomem cuidado com posturas injustas, pois podem estar dando um tiro no próprio pé dentro da referida instituição. E não teve nada, rigorosamente nada provado contra o Sr. Carlos Lupi. Muito me admira pessoas inteligentes virem execrar em praça pública a figura do Ministro e pormenorizar a sua importância dentro do partido. Lamentável, ainda, que dêem crédito a um periódico tucano-liberal golpista, como a Veja. Mas sabe como é, a ocasião faz o ladrão. Se for para ter a oportunidade de derrotar o Sr. Lupi, até se vender ao diabo da Veja e suas reportagens ausentes de credibilidade, as pessoas se prestam. Tudo para eliminar o seu inimigo. E o que mais me deixa triste, é ver pessoas que se dizem inteligentes tendo essa postura nojenta.
 
É importante salientar que as aves de rapina do partido, que se seguram numa dinastia pseudo-política sem nenhuma ação prática no processo político em prol do partido, devem tomar cuidado, pois não vão conseguir o que querem, ou seja, derrubar o ministro. Ministro esse que sempre esteve ao lado do Brizola, enquanto a dinastia só arrumava problemas para ele perante a imprensa e só contribuia para o linchamento moral do nosso comandante dentro da estrutura política.
 
E quanto aos opositores do Lupi, vou falar de um especificamente. O Miro Teixeira sempre foi amiguinho dos Marinho, quando os mesmos ridicularizavam o Brizola e o desqualificavam como político e administrador público. Estão falando que a direita do PDT é o Lupi. Discordo. A direita são esses farsantes que trairam o Brizola e se bandearam para outros partidos quando o velho precisava de apoio político. E também os mesmos que dão crédito às manchetes "recheadas de credibilidade" da Veja, periódico tucano-liberal oficial. Quem não se lembra de que quando Brizola mais precisou, esse parlamentar supracitado não pensou duas vezes em escolher ficar com o Ministério das Comunicações e ainda se filiar ao PT.
 
BY RICO GUIMARÃES

segunda-feira, 3 de outubro de 2011

GUNS N' ROSES ESCORREGA, MAS ENCERRA COM BRILHO E ATITUDE O ROCK IN RIO!!!

Banda liderada por um Axl Rose falhando até no assobio mostra pulso e recompensa fidelidade do público sob chuva com clássicos

Axl Rose parece hoje uma caricatura do que foi na década de 90. Afinal, se escorava no gogó e na aparência para se tornar ídolo de milhões de adolescentes. Dois atributos que ainda lhe pertencem, embora o tempo e o estilo de vida tenham tratado de castigar. Mas é o Axl Rose. A chuva caiu forte no último dia de Rock in Rio, e cerca de metade do público – é preciso contar boa parcela de fãs do System of a Down –, foi embora antes do meio do show. Mas era o Guns N’ Roses – ou pelo menos 50% da parte mais relevante do grupo. Apesar dos erros, quedas e nítida falta de voz em alguns momentos, quem ficou certamente não se arrependeu.

O vocalista merece um desconto. É autêntico. Não finge se importar em aprender três ou quatro palavras em português para o público se sentir mais próximo. A relação de Axl com os brasileiros, desde a recepção que teve na terceira edição do Rock in Rio, torna isso dispensável. Atrasou, 1h35 de intervalo entre a última música do System of a Down e a primeira do Guns, mas diante do seu histórico, com o agravante da chuva, até que foi modesto.

A água que caiu sobre a Cidade do Rock realmente prejudicou o espetáculo com palco encharcado e escorregadio, interferências no telão, poças imundas por todos os lados, além de quebrar o ânimo de muita gente que se encolhia de frio, mas Axl recompensou o público com hits de “Apetite For Destruction”, “Lies” e os dois volumes de “Use Your Illusion”. Dizer que as faixas de “Chinese Democracy” empolgam da mesma forma é forçar a barra. Não foi a primeira vez que o grupo teve problemas com chuva por aqui. Ao menos desta vez o palco não caiu, como em 2010.

Axl ainda mostrou que não morde, não todo mundo. Levou um tapa bem-humorado de Beta Labels, a brasileira de Santos, que chamou ao palco e é seu braço-direito desde 1993, e sorriu: “Nossa relação é abusiva”, brincou antes de "Better", quando induzia o público a dizer o nome da senhora, batendo com a pronúncia da música que estava por vir.

O palco também foi lugar de covers, alguns bem curtos, como “Sunday Bloody Sunday”, do U2. Teve “The Who” no piano e o tema de “Pantera Cor De Rosa” para solo do guitarrista que passou boa parte do show com uma guitarra de dois braços, Ron “Bumblefoot” Thal. Faltou, pelo que constava no setlist divulgado com mais de 30 músicas, o cover de AC/DC, “Whole Lotta Rosie”.

Curioso notar que, pelo menos em relação ao seu desafeto, o vocalista parece nutrir uma eterna saudade. Era fácil perceber que o guitarrista Richard Fortus foi vestido justamente como o integrante original do Guns N’Roses, Slash. De cartola e cabelo no rosto no início da apresentação, ele não arriscou mudanças ou muito improviso nas principais pérolas de Slash, como o solo de “Sweet Child O’Mine”, tocado nota por nota à perfeição.

O show começou às 2h40 (terminou 5h10), com Axl vestindo uma capa amarela, chapéu preto e óculos. Não tirou os trajes até os fotógrafos serem removidos de perto do astro. A primeira diferença a ser notada é que o Axl que tocava de colete e se esgueirava pelo palco ainda tenta repetir os movimentos, mas não descobre a barriga. Abrindo com “Chinese Democracy”, ele não é trouxa. Lançou em seguida o petardo “Welcome To The Jungle”, uma das faixas mais pesadas do primeiro álbum do grupo. Delírio, a este ponto a voz ainda estava no melhor que podia.

Mas, em 2h30 de espetáculo, que incluiu labaredas e fogos de artifício em cima do palco, certos momentos, como “Nightrain”, “Live And Let Die” ou o hit que fechou o Rock in Rio, “Paradise City”, serviram para os fãs mostrarem que estariam ali mesmo se Axl tivesse demorado outra hora para subir ao palco ou aparecesse de cabelo branco. Não se via deboche, ao contrário do que podia ser observado nas redes sociais onde borbulhavam adjetivos pela idade e peso.

Não foi apenas apenas Axl que teve momentos ruins. O baterista atravessou na entrada de "Patience" e o guitarrista que se arriscou a tocar no meio do público, sob chuva, no corredor de metal que liga o palco Mundo ao PA do festival, escorregou na volta ao tablado. Caiu, mas não perdeu a pose. Não é de se lamentar ter a rara presença do imprevisto em meio a tantos shows ensaiadinhos no festival. O vocalista também teve o seu passo em falso, ao perder o fôlego no meio da introdução com assobio de "Patience", a faixa que mais encanta o público feminino, a julgar pelos decibéis dos gritinhos. Além desta música, ”November Rain”, com ele no piano, também fez a alegria das meninas. Afinal, continua sendo o Axl Rose.

terça-feira, 13 de setembro de 2011

PROFESSOR MASSACRADO NO PROCESSO EDUCACIONAL: ISSO É INJUSTO, O PROBLEMA É MUITO MAIOR

Odeio esse pensamento marxisistoide de que o professor é o maior culpado pelo fracasso do processo educacional e os alunos são uns pobres coitados manipulados pelo sistema. Esse pensamento piegas de dominantes x dominados. Será que os professores são os dominantes do processo educacional?

É verdade que existem professores péssimos, que não tem nenhum nível de comprometimento com o seu trabalho. Isso é fato. Entretanto, sabemos muito bem que muitos alunos não querem nada (e isso não é culpa dos professores), com desvios de caráter, gosto cultural duvidoso e romantizadores do crime organizado, com os seus proibidões rolando solto nos seus celulares.

Os professores são constantemente desrespeitados em sala de aula. Isso porque os alunos não tem valores básicos como respeito, educação, dedicação e responsabilidade. Não sabem nem pedir um obrigado, um bom dia, um por favor. E outra querem impor aos professores a função que é da FAMÍLIA, ou seja, de educar formalmente os seus filhos. Ao professor cabe apenas a formação intelectual e não a formal, que já deve vir de casa.

Vamos ser razoáveis, os professores não são uns pobres coitados, mas os alunos TAMBÉM não são.
Umas perguntas sensatas:

Quando o aluno vem com os seus proibidões romantizando o crime organizado dentro da sala de aula, é culpa do professor?

Quando ele não sabe pedir por favor, falar um muito obrigado ou quando manda você ir pra aquele lugar, é culpa do professor?

Quando ele desrespeita o professor em sala de aula e não deixa você fazer o seu trabalho, que você teve todo o carinho para construir no decorrer da semana para trazer um pouco de cidadania para eles, é culpa do professor?

Os males da escola em geral, são culpa, em parte, de professores descomprometidos com o seu trabalho, mas não podemos generalizar, não é verdade?

Só quero as respostas.

OBS: As minhas aulas são dinâmicas, costumo ter paciência com os alunos, procuro ser razoável com os problemas extra-classe que eles enfrentam. Entretanto, eles, os alunos, se preocupam com a gente? Olha, a minha aula é divertida, a grande maioria dos alunos gostam do meu trabalho, entretanto, não tenho paciência com uma meia-dúzia de babacas que ficam falando enquanto eu explico (as vezes, os próprios alunos conscientes e responsáveis dão um fora nesses colegas sem noção), desrespeitam a mim e a outros colegas e ainda ficam de ironia e infantilidade. Eu tenho culpa disso? Se a maioria da turma reconhece o meu bom trabalho, quem tem razão é essa minoria? Que liga o celular enquanto você está explicando, olha com deboche para você e deixam bem claro que não vão com a sua cara, só porque você não chega atrasado, cumpre as suas responsabilidades e não falta? Pense nisso!!!
Não generalizei, sei separar o joio do trigo. Me refiro aos alunos com essas características desvirtuadas e não ao conjunto dos alunos.

Me enoja ver colegas ainda colocando esses alunos desvirtuados socialmente como as grandes vítimas do processo, só isso.

Prefiro os alunos conscientes, que deixam você trabalhar, valorizam o seu trabalho, reconhecem o seu papel social na sala de aula e terminam o ano com um mínimo de decência intelectual, moral e de valores. Desses alunos eu gosto. Não sou hipócrita.

Alunos que não te respeitam, que dão mais valor ao crime organizado, aos professores que faltam e fazem a pedagogia do faz-de-conta (trabalhinhos, filminhos a rodo e pouco conteúdo) e ainda praticam bullying com os alunos exemplares, pra mim não me importam mesmo. Quem tem que educar formalmente é a família e não o professor. A nós cabe a formação intelectual ou técnica, em algumas disciplinas.


Só quero que a sociedade reflita um pouquinho como alguns professores sofrem também. Só quero justiça para a categoria, somente isso. Abraços para todos!!!